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segunda-feira, 23 de maio de 2016

MIGREI MINHA VIDA PARA A NUVEM!

Muitos me chamarão de “arcaico” ao ler este artigo, mas foi um processo “natural” de maturidade das atividades que eu realizo no meu cotidiano.
Pois bem, já faz algum tempo que observo a gama de ferramentas e recursos que são disponibilizados na web. A princípio, não confiava na eficiência plena destes recursos, mas assumo que estive errado. Hoje, 90% da minha vida está na nuvem e estou buscando completar os outros 10%! Para demonstrar esse avanço, preparei uma lista dos aplicativos desktop que abandonei. Talvez a minha experiência poderá motivá-los a tomar o mesmo rumo, claro, se você já não estiver lá!
Imagem via Shutterstock
1) Outlook -> Gmail
A primeira grande mudança foi no cliente de e-mail. O motivo que ainda me fazia utilizar o Outlook era a centralização de várias contas de e-mail em um só local. Certo dia, me informaram que o Gmail também oferecia este recurso (assim como outros servidores, como o Hotmail), logo, decidi tentar por uma semana. Resultado? O Outlook já não faz mais parte da minha vida. 
Sei que o Outlook fornece protocolos IMAP e sincronização de e-mails, mas, para mim, o visualclean e a simplicidade do Gmail saíram na frente.
2) Outlook -> Google Calendar
Outro recurso que eu também utilizava no Outlook era o calendário, mas com uma condição cômica: durante o dia, eu anotava meus compromissos em um papel e depois os inseria no Outlook ao chegar em casa. Não faz nenhum sentido, não é? Haha!
Com o Google Calendar, tenho acesso à minha agenda em qualquer lugar e ainda recebo notificações push no celular. Agora, sim, não esqueço de nada. Ah, e nem mesmo corro o risco de perder os papéis anotados.
3) Post-its -> Google Tasks
Removi aquele monte de papeizinhos amarelos colados no monitor e na parede. Migrei as minhas tarefas e anotações rápidas para o Google Tasks. Além de evitar a possibilidade de esquecer uma tarefa por causa de um post-it que caiu, não preciso mais “poluir” a minha estação de trabalho.
4) EssentialPIM -> Evernote
Sempre gostei de manter as minhas anotações de forma estruturada, divididas em tópicos. Até então, o EssentialPIM me servia bem, mas as informações ficavam apenas no meu notebook. Se houvesse a necessidade de consultar uma dessas anotações no trabalho (e isso acontecia com bastante frequência), a única saída era voltar para casa.
Em pouco tempo, encontrei o Evernote. Disponibiliza os mesmos recursos, mas tudo na Web! E então, desinstalei mais um aplicativo do PC.
5) HD Externo -> BitBucket
Os backups dos meus projetos eram feitos sempre no meu HD externo. Isso significa que, se acontecesse um problema com o meu notebook e com o HD externo, eu perderia tudo. Sei que é difícil, mas a pequena porcentagem de risco já me deixava inseguro!
Ao ler alguns artigos, pensei: “Por que não utilizar um controle de versão grátis?”
Dito e feito. Abri uma conta no BitBucket e subi todos os meus projetos, sem contar que agora posso rastrear as alterações através dos commits.
6) HD Externo -> Google Drive
Os arquivos pessoais importantes foram para o Drive! Agora posso formatar o notebook, quando quiser, sem medo algum.
7) KeePass -> LastPass
Já ouviram falar no KeePass? É um “cofre virtual” para guardar senhas. Excelente, no entanto, acontecia o mesmo com o EssentialPIM: muitas vezes eu precisava de alguma senha fora de casa. Tornou-se inconveniente.
Hoje utilizo o LastPass, um aplicativo web que possui a mesma funcionalidade e ainda traz extensões para navegadores, que preenchem campos de login automaticamente.
8) Excel -> Mobills
A respeito do controle das minhas finanças, abandonei o Excel! Eu nunca me sentia satisfeito com a estrutura das minhas planilhas. Parecia que eu estava mais “alimentando” dados do que controlando a minha condição financeira. Parti à procura de uma solução pronta na web e encontrei, depois de muuuuita pesquisa, o Mobills. Embora seja uma ferramenta paga, oferece tudo o que eu preciso: previsões, relatórios, saldos, extratos e controle de cartões de crédito.
9) Notepad -> Trello
Acredita que a pauta dos artigos do blog ficavam em arquivos de texto? Apesar de conseguir controlar os temas e as datas, eu sentia muita dificuldade na organização. Nessa mesma época, eu utilizava o Trello no trabalho e notei que conseguia manter as minhas atividades bem coordenadas. Oras, por que não utilizar um quadro Kanban para gerenciar a pauta de artigos? Boa ideia! Criei as colunas “Temas sugeridos”, “Temas selecionados”, “Em elaboração”, “Prontos” e “Publicados”. Adeus, Notepad!
10) Word -> LinkedIn
Currículo em formato DOC? Não preciso mais. Todo o meu currículo está estruturado no perfil do LinkedIn. Se for necessário enviar para alguém, basta utilizar a opção de exportação.
11) Notepad++ -> Kl1p / collabedit
Assumo que sempre instalo o Notepad++ no PC depois de formatá-lo. Costumo utilizá-lo para visualizar rapidamente arquivos de diferentes formatos. Ao mesmo passo, também venho usando editores online, embora não na mesma frequência.
Kl1p e collabedit são ótimos editores Web que também fornecem a seleção da linguagem de programação. O último ainda permite que o código seja editado em tempo real por vários desenvolvedores.
12) PhotoScape -> Pixlr
Qual o sentido de instalar o PhotoScape no computador se posso utilizar um editor de imagens grátis na web, pelo browser? Essa é a proposta do Pixlr. Já que normalmente faço edições básicas, como cortes, redimensionamentos e filtros, essa ferramenta já me atende muito bem.
13) Winamp -> Spotify
Essa decisão foi difícil. Eu utilizava o Winamp há muito, muito tempo, desde a versão 2.91! Já conhecia todos os recursos, teclas de atalho, temas e plugins. Porém, quando soube que eu poderia criar a minha playlist online pelo Spotify, de graça, sem precisar fazer uploads, deixei o Winamp. Outro aplicativo desinstalado.
14) Skype -> Google Hangouts
Esse item pode parecer um pouco controverso, mas devo dizer que ultimamente venho me frustrando um pouco com o Skype. Além de ocupar quase 100MB de memória, algumas chamadas falham (principalmente em grupo) e a transferência de arquivos é relativamente lenta. Optei por migrar para o Google Hangouts. Não preciso instalar nada no computador e posso criar videoconferências com boa qualidade.
Sobre aplicativos desktop, também providenciei algumas mudanças. Passei a utilizar o 7-Zip ao invés do WinRAR (por ser free), e configurei o Google Chrome para abrir arquivos PDF no lugar do Adobe Reader, que também não é nada agradável com o uso da memória RAM.
O meu próximo passo é abandonar, de vez, o Microsoft Office e usar somente o Google Docs. Na verdade, estou quase concluindo essa fase!
Por André Luis Celestino para  www.profissionaisti.com.br

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Como criar arquivos PDF com senha


Atualmente, os documentos armazenados em um computador ou em um dispositivo móvel nunca estão inteiramente seguros. A não ser que você os proteja com uma senha, eles podem acabar caindo nas mãos de alguém que não deveria ter acesso ao conteúdo desse material. Pensando nisso, alguns desenvolvedores criaram aplicativos para auxiliar o usuário na tarefa de proteger os seus arquivos.
Abaixo, preparamos um pequeno tutorial que ensina como adicionar criptografia e senha aos seus documentos no formato PDF, com o auxílio do programa Doro PDF Writer.
Conheça o aplicativo
O Doro PDF Writer é um aplicativo para trabalhar com arquivos no formato PDF. Depois de instalado, o programa é reconhecido pelo sistema como uma impressora. Para acessá-lo, inclusive, é preciso entrar na janela de “Dispositivos e Impressoras” (o que pode ser feito pelo Painel de Controle ou digitando-se “dispositivos e impressoras” na Barra de execução do Windows).
O objetivo primário deste aplicativo é o de salvar arquivos no formato PDF. Como já foi dito, o Doro PDF Writer opera como uma impressora no computador. Dessa maneira, se você quiser modificar orientação das páginas ou elementos da formatação, pode fazê-lo acessando o aplicativo e entrando nas “Propriedades”.
Abrindo as propriedades do aplicativo
Além disso, ele possibilita adicionar outras características aos documentos criados, como senhas (que será explicado no tutorial abaixo).

Como adicionar senhas nos seus PDFs

Para começar o processo, selecione o arquivo desejado e solicite a sua impressão (independente do formato inicial). Não se esqueça de escolher como o dispositivo de impressão o Doro PDF Writer e continue o processo.
Escolhendo o Doro PDF Writer
Feito isso, observe que ele abre uma nova janela. Uma das primeiras coisas a ser observada é um campo ao lado de “Arquivo PDF”. Ele serve para que você possa atribuir um nome ao documento que vai ser gerado. Em seguida, observe que há duas abas com funções: Geral e Encriptação.
Na guia Geral, você pode modificar algumas das propriedades do documento, como o título, o assunto, palavras-chave (para mecanismos de busca ou associação de assunto, por exemplo), autor e produtor.
Mudando propriedadesAo acessa a aba “Encriptação” entramos no assunto desse tutorial. É aqui que você vai poder ativar uma proteção por meio de criptografia e senha. Para isso, comece marcando a alternativa “Use encriptação de 128 bits”. Então, há algumas opções para que você defina especificamente como vai ativar as alternativas do aplicativo.
Adicionando criptografia e senha
A “Senha de usuário para acesso limitado” deve ser definida para estabelecer a permissão há algumas funções com relação ao documento criado. Veja que logo abaixo delas há duas alternativas: “Permitir ‘copiar e colar’” e “Permitir impressão”. Elas fazem parte do “acesso limitado” para o qual foi definida a senha citada acima.
Se você quiser que qualquer usuário possa imprimir e manipular o conteúdo, não se esqueça de marcar ambas as alternativas. Outro detalhe importante é que por mais que ela defina apenas acesso limitado, essa senha não deve ser deixada em branco. Se isso ocorrer, será possível abrir o arquivo sem utilizar uma senha.
Observe que, abaixo dessas opções, há a senha mestra para acesso completo. Ao preencher esse campo, somente quem souber a combinação criada será capaz de utilizar o documento com todas as alternativas aplicáveis a ele.
Quando tudo estiver conforme o desejado, clique no botão “Criar”. Feito isso, o aplicativo cria o documento com as opções definidas pelo usuário. Para abri-lo, você pode utilizar a primeira senha (com acesso limitado) ou a segunda (para efetuar todas as operações possíveis).

POR  para o tecmundo

Baixe o Doro pdf writer aqui http://doro-pdf-writer.br.uptodown.com/

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Instalação de drivers

Problemas no computador, necessidade de formatação ou atualização de drivers, esse é um problema constante. Um software como: Driver Slim Drivers, Driver Max, Driver Booster e tantos outros, dependendo do gosto do usuário. Temos outra opção é o  Ma-Config, neste site será preciso instalar um plugin, com ele instalado agora é só clicar que automaticamente será feita uma analise do micro, automaticamente terá um relatório completo da configuração e drivers instalados e que deverão ser instalados, clicando naquele o qual você está precisando é só clicar e será direcionado para o site Tous Le Drivers, o qual apresenta uma grande gama de drivers e que é atualizado constantemente.
Uma excelente opção do site Ma-Config é que se pode fazer uma instalação off-line, ou seja, baixe o plugin indicado para essa opção em um pen drive, conecte no computador ou notebook que está sem acesso à internet e instale o plugin, será feita a varredura e salve no dito pen drive, agora é só conectar a mídia em um micro online e pronto seus drivers estão ali, salve-os no pen drive e instale no micro off-line. Pronto serviço perfeito.
Desculpe-me aqueles que já têm conhecimento deste site. Caso tenha esquecido algo, poderiam completar?
Espero que gostem.
Abraço amigos. 
Por Julio Ehrlich para http://tecnociencia.jor.br/

domingo, 6 de março de 2016

Tudo sobre cartões SD (Secure Digital)

Antes, o que é Memória Flash?

Antes de conhecermos as características dos cartões SD, é conveniente sabermos o que é memória Flash, afinal, esta é a tecnologia que permite o armazenamento e o acesso aos dados.
Tendo a Toshiba como principal nome por trás do seu desenvolvimento, a memória Flash é, essencialmente, um chip do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read Only Memory), o que significa que, nele, a gravação e a eliminação de dados são feitas eletricamente, sem necessidade de uso de equipamentos especiais para a realização destas tarefas. Trata-se de uma tecnologia "não volátil", isto é, onde as informações podem ficar armazenadas por bastante tempo nos chips sem que baterias ou outras fontes de energia tenham que ser usadas para este fim.
Conforme explicado neste artigo sobre unidades SSD, há, basicamente, dois tipos de memória Flash: Flash NOR (Not OR) e Flash NAND (Not AND). O nome é proveniente da tecnologia de mapeamento de dados de cada um. O primeiro tipo permite acesso às células de memória de maneira aleatória, tal como acontece com a memória RAM, mas com alta velocidade. Em outras palavras, o tipo NOR possibita acessar dados em posições diferentes da memória de maneira rápida, sem necessidade de esta ação ser sequencial. O tipo NOR é usado em chips de BIOS ou firmwares de smartphones, por exemplo.
O tipo NAND, por sua vez, também trabalha em alta velocidade, porém faz acesso sequencial às células de memória e as trata em conjunto, isto é, em blocos de células, em vez de acessá-las de maneira individual. Em geral, memórias NAND também podem armazenar mais dados que memórias NOR, considerando blocos físicos de tamanhos equivalentes. Trata-se do tipo mais utilizado, inclusive em cartões SD.
Surgimento dos cartões SD
Os cartões SD são, na verdade, uma evolução de um padrão anterior chamado MultiMedia Card(MMC), lançado em 1997 graças a uma parceria entre SanDisk e Siemens. Ambos são, de fato, bastante parecidos, inclusive nos aspectos técnicos e nas dimensões físicas.
O padrão SD (Secure Digital) foi anunciado pouco tempo depois, em 1999, e é fruto de uma parceria entre SanDisk, Panasonic e Toshiba. Entre as suas principais características estão: compatibilidade com determinações de segurança da Secure Digital Music Initiative (SDMI), que visa evitar a distribuição ilegal de músicas; uma pequena trava de segurança que impede a eliminação de dados do dispositivo; e melhor desempenho na transferência de dados.
Cartão SD em um notebook
Cartão SD em um notebook

Em 2000, foi fundada a Secure Digital Association, uma entidade que reúne fabricantes de cartões e memórias Flash com o intuito de promover o padrão SD, assim como o seu contínuo desenvolvimento.
Vale frisar que, apesar de os cartões SD serem uma variação do padrão MMC, este último continua sendo utilizado pela indústria, embora em menor escala. Conta inclusive com variações, como os cartões MMCmicro, SecureMMC e MMCmobile.
Tipos de cartões SD
No intuito de atender às mais variadas necessidades do mercado, vários tipos de cartões SD foram lançados pela indústria. Você confere os principais a seguir.

Cartão SD "convencional"

Este é o primeiro tipo a ser lançado e, também, é o mais popular. É muito comum encontrá-lo em câmeras ou filmadoras digitais, por exemplo, assim como é fácil encontrar entradas para este tipo em laptops.
Os cartões SD possuem as seguintes medidas: 24 mm x 32 mm x 2,1 mm. Em uma de suas laterais há um pequeno "corte", que faz o dispositivo lembrar vagamente uma folha de papel com a ponta dobrada. Tal como já mencionado, este tipo possui uma pequena trava lateral de segurança que o usuário pode ativar para evitar gravação ou eliminação de dados. Além disso, possui 9 pinos de contato.
Trava de cartão SD
Trava de cartão SD

Cartão miniSD

Anunciado em 2003, o cartão miniSD é, tal como o nome sugere, uma versão de dimensões reduzidas do cartão SD (37% menor), possuindo as seguintes medidas: 20 mm x 21,5 mm x 1,4 mm. Este tipo não possui trava de segurança e utiliza 11 pinos de contato. Trata-se de um tipo comumente utilizado em telefones celulares, mas que não ficou tão popular por causa do surgimento dos cartões microSD.
Cartão miniSD
Cartão miniSD

Cartão microSD

O que já era pequeno ficou menor ainda com o lançamento dos cartões microSD, anunciados em 2005. As dimensões deste formato são as seguintes: 11 mm x 15 mm x 1 mm. Esta versão não possui trava de segurança e faz uso de 8 pinos de contato.
Cartão microSD
Cartão microSD

Vale ressaltar que os tamanhos reduzidos dos cartões miniSD e microSD não prejudicam sua capacidade de armazenamento. Em maio de 2011, por exemplo, a empresa Kingmax anunciou um cartão microSD com capacidade de 64 GB. Além disso, em ambos os casos, é comum fabricantes disponibilizarem junto aos cartões adaptadores que permitem sua leitura em dispositivos com entrada SD convencional.
Adaptador para microSD
Adaptador para microSD

Adaptador microSD para porta USB
Adaptador microSD para porta USB

Cartão SDHC

Os cartões SD de 512 MB, 1 GB ou 2 GB são suficientes à boa parte das aplicações, mas a evolução dos aparelhos - como filmadoras de alta definição - exigiu mais capacidade de armazenamento. A resposta para essa necessidade são os cartões Secure Digital High Capacity (SDHC), apresentados em 2006.
Trata-se de uma categoria de cartão com as mesmas medidas do tipo SD. O seu diferencial é justamente a capacidade: dispositivos SDHC são facilmente encontrados com capacidades entre 4 GB e 32 GB.
Cartão SDHC de 32 GB
Cartão SDHC de 32 GB

Isso é possível, em parte, porque, normalmente, cartões SDHC utilizam sistema de arquivos FAT32, contra o FAT16 das versões de menor capacidade, permitindo maior endereçamento de dados (é possível o uso de outros sistemas de arquivos).
A maioria dos dispositivos que leem cartões SD pode fazê-lo também com chips SDHC. As exceções ficam para modelos mais antigos que não são compatíveis com as especificações 2.00 (ou superior) da Secure Digital Association.
Também é possível encontrar versões reduzidas de cartões SDHC, isto é, dispositivos miniSDHC e microSDHC.

Cartão SDXC

A especificação Secure Digital Extended Capacity (SDXC) é a mais recente, tendo sido anunciada no início de 2009. Novamente, o foco aqui é o expressivo aumento da capacidade de armazenamento de dados: cartões SDXC podem suportar entre 32 GB e 2 TB (terabytes). Naturalmente, esse tipo de cartão tem preço elevado.
Assim como no padrão SDHC, pode haver incompatibilidade de cartões SDXC com dispositivos leitores mais antigos. Também é possível a existência de versões miniSDXC e microSDXC.

Cartão Eye-Fi Wireless

Este é, sem dúvida, o tipo de SD mais inusitado que existe. Trata-se de um cartão que permite a transferência de dados para um computador ou um dispositivo móvel por meio de uma rede Wi-Fi. Assim, o usuário pode, por exemplo, tirar uma foto em sua câmera digital e, imediatamente, se conectar via rede sem fio ao seu notebook para transferir a imagem.
Eye-Fi - transmissão por Wi-Fi
Eye-Fi - transmissão por Wi-Fi

Cartões Eye-Fi são produzidos por uma empresa que leva este mesmo nome. A companhia oferece várias versões. A linha Geo, por exemplo, pode utilizar um serviço de geotagging para adicionar, automaticamente, informações geográficas às fotos. Outro exemplo é a linha Mobile, que permite a transferência de arquivo do cartão diretamente para aparelhos com iOS (iPhone, iPad e iPod touch) ou Android.
Comparativo de tamanho
As imagens a seguir mostram cartões SD, miniSD e microSD lado a lado para efeitos comparativos:
Cartões SD, miniSD e microSD
Cartões SD, miniSD e microSD

Cartões SD, miniSD e microSD e suas medidas
Cartões SD, miniSD e microSD e suas medidas

Velocidades dos cartões SD
Além da capacidade de armazenamento, há outro fator que pode influenciar nos preços dos cartões SD: o aspecto da velocidade de transferência de dados. A Secure Digital Association definiu classes (class) para diferenciar as taxas de transferências:
  • Class 2: indica que o cartão trabalha com pelo menos 2 MB/s (megabytes por segundo);
  • Class 4: indica que o cartão trabalha com pelo menos 4 MB/s;
  • Class 6: indica que o cartão trabalha com pelo menos 6 MB/s;
  • Class 10: indica que o cartão trabalha com pelo menos 10 MB/s.
Há também uma classe mais recente que utiliza um barramento que alcança taxas ainda maiores: oUltra High Speed (UHS). Aplicado em cartões SDHC e SDXC, o UHS pode permitir velocidades de até 312 MB/s. Até o momento da publicação deste artigo no InfoWester, existiam as classes UHS-I e UHS-II, capazes de trabalhar com as taxas máximas de 104 MB/s e 312 MB/s, respectivamente.
Para evitar confusão, as classes de 2 a 10 são indicadas dentro de uma forma circular que lembra a letra "C". Cartões UHS, por sua vez, utilizam um número dentro de um formato que lembra a letra "U".
Classes - Imagem por Secure Digital Association
Classes - Imagem por Secure Digital Association

Cartão de classe 4
Cartão de classe 4

Para a escolha de um cartão SD mais ou menos rápido deve-se considerar as necessidades. Uma filmadora digital que gera vídeos em alta definição, por exemplo, costuma ter arquivos de tamanho grande, exigindo cartões de grande capacidade e rápida taxa de transferência.
O que é SDIO?
Menos comum, há também um tipo de produto ligado aos cartões SD que chamam a atenção: os dispositivos SDIO (sigla para Secure Digital Input Output). Aparelhos compatíveis com essa especificação permitem a utilização dos leitores de cartões SD para outros fins. Com isso, é possível, por exemplo, instalar webcams, leitores de código de barra, aparelho de GPS e outros na ranhura SD de um notebook, desde que todos os dispositivos envolvidos tenham compatibilidade com SDIO.
Por conta da popularização das portas USB, dispositivos SDIO não ficaram muito conhecidos.
Finalizando
As vantagens de um formato popular são óbvias: maior facilidade para encontrar o produto no mercado e melhor relação custo-benefício ao usuário, afinal, a ampla disponibilidade faz os preços caírem, permitindo a escolha de cartões com maior capacidade ou qualidade. É por isso que podemos dar como certa a permanência dos chips Secure Digital por um bom tempo no mercado.
Escrito por  para o http://www.infowester.com

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Veja os computadores de bolso ‘baratinhos’, superpotentes e com Windows 10

Graças a um Sistema otimizado e um chip de baixa dissipação de energia desenvolvido pela Intel, fabricantes de PCs começaram a levar ao limite o tamanho que um computador com Windows pode ser. O resultado é uma enxurrada de máquinas compactas, pouco maiores que um pendrive ou modem 3G, mas poderosas o suficiente para que o usuário possa levar o pacote Office no bolso: basta conectar ao mouse, teclado e monitor para começar a trabalhar.
Confira uma lista com os computadores de bolso com hardware suficientemente robustos para rodar oWindows 10, e que ganham de notebooks à venda pelo dobro do preço e várias vezes maiores.
Archos PC Stick
Modelo da Archos traz design moderno em azul (Foto: Divulgação)Modelo da Archos traz design moderno em azul (Foto: Divulgação)
Lançado em junho de 2015, o PC Stick com Windows 10 da Archos com um chip Intel Atom Z3735F rodando a 1,33 GHz, além de 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, mais uma entrada para expandir a memória com um cartão microSD. Para conectar aos periféricos, é possível usar Bluetooth 4.0 com mouse e teclado sem fios, ou a velha e boa entrada USB 2.0.
O modelo é disponibilizado em azul e custa somente US$ 99 (R$ 389), o mais barato do tipo até hoje, mas a Archos não entrega no Brasil.
Kangaroo
Kangaroo tem bateria integrada e leitor de digitais (Foto: Divulgação)Kangaroo tem bateria integrada e leitor de digitais (Foto: Divulgação)
Disponível no Newegg recentemente, o Kangaroo custa os mesmos US$ 99 do modelo da Archos, mas traz um processador diferente, um Atom X5-Z8500 de 1,44 GHz da família Cherrytrail, que promete um desempenho melhorado no Windows 10. A memória RAM é a mesma, 2 GB, e o armazenamento é em um módulo eMMC de 32 GB.
Ele é o maior da lista, o que o torna menos portátil, mas traz algumas vantagens consigo. Ele é equipado com bateria que promete durar quatro horas até precisar de carga, dispensando o uso de cabos, e vem com entradas USB 2.0, 3.0, HDMI, microSD de até 128 GB, e até um leitor de impressões digitais para incrementar a segurança.
Asus VivoStick
VivoStick, da Asus, agrada pelo design, mas não tem data de lançamento (Foto: Divulgação)VivoStick, da Asus, agrada pelo design, mas não tem data de lançamento (Foto: Divulgação)
As configurações do VivoStick da Asus não fogem muito da maioria dos PCs portáteis do mercado. Ele utiliza o mesmo processador quad-core da Intel, 2 GB de RAM e 32 GB de flash, além de duas portas USB 2.0 para conectar periféricos.
Ele promete agradar pelo design, se assemelhando a uma caneta digital de luxo. Ainda sem data de lançamento confirmada, ele deverá ser vendido nos EUA por US$ 129, o equivalente a mais de R$ 500 em conversão direta.
Lenovo Ideacentre Stick 300
Ideacentre, da Lenovo, tem visual discreto e é vendido na Europa (Foto: Divulgação)Ideacentre, da Lenovo, tem visual discreto e é vendido na Europa (Foto: Divulgação)
O modelo da Lenovo também não sai da linha estabelecida pela concorrência, com o mesmo processador Atom, e exata quantidade de RAM e armazenamento. Assim como seus pares, ele também tem Wi-Fi integrado, entrada para cartão microSD e USB 2.0, além de Bluetooth 4.0 para conectar mouse e teclado wireless.
O computador em formato de pendrive, porém, só é vendido pela Lenovo em alguns países asiáticos e europeus, como a Inglaterra. Por lá, ele é vendido por 99 euros, ou R$ 426 em conversão direta.
MagicStick
MagicStick tem 128 GB de espaço interno e absurdos 8 GB de RAM (Foto: Divulgação)MagicStick tem 128 GB de espaço interno e absurdos 8 GB de RAM (Foto: Divulgação)

O PC portátil mais completo do momento é o MagicStick, com hardware de dar inveja a qualquer um de seus concorrentes e até a alguns notebooks modestos. Ele traz incríveis 8 GB de RAM e até 128 GB de espaço interno para guardar arquivos e rodar o Windows 10 com folga, além do Android que também traz pré-instalado.
Por isso, além de programas de produtividade da Microsoft, o pequeno computador também é capaz de rodar alguns jogos da Google Play, o que o torna útil para trabalho e entretenimento.
Segundo os desenvolvedores, seu desempenho é suficiente até para reproduzir vídeos em 4K, se você conectar um monitor de alta resolução à entrada HDMI. De resto, ele traz USB 3.1, Wi-Fi e entrada para cartão microSD para expandir ainda mais a memória.
O dispositivo pode ser adquirido no Indiegogo por US$ 378, ou R$ 1.486 em conversão direta, já incluso o frete para o Brasil.
por  Para o TechTudo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Resoluções HD, Full HD, 4K, 8K e outras

Introdução

Graças à variedade de smartphones, tablets, monitores, laptops e TVs com dezenas de polegadas, nunca tivemos telas com tamanhos tão diferentes quanto hoje. Atrelada a este cenário está outra característica também rica em opções: a resolução. Termos como HD, Full HD, 1080p, 4K, 8K, XVGA e outros fazem cada vez mais parte da nossa "vida digital".
Mas, afinal, o que é resolução? Qual a diferença entre HD, Full HD, 4K e afins? Como é a relação entre tamanho de tela e resolução? Se estas e outras perguntas semelhantes permeiam a sua mente, não se preocupe: nas próximas linhas, o InfoWester explica tudo o que você precisa saber sobre o assunto.
Se você já sabe o que é tamanho de tela, resolução, densidade de pixels e aspect ratio, pode usar a lista a seguir para pular para o tópico de seu interesse. Mas é claro que a leitura na íntegra é recomendável para melhor compreensão ;-)





O que é resolução?

Há quem confunda resolução com tamanho de tela. Mesmo que esse não seja o seu caso, é conveniente aprender / relembrar como é feita a medição de uma tela antes de chegarmos à explicação sobre resoluções.

Tamanho de tela (em polegadas)

No universo das telas, há duas medidas fundamentais que são relacionadas, mas não iguais: tamanho e resolução. A primeira faz referência às dimensões físicas da tela; a segunda, à quantidade de informação que é possível exibir dentro desses limites físicos.
Por padrão, o tamanho da tela é medido em polegadas (inch, em inglês). Cada polegada, vale frisar, equivale a 2,54 centímetros ou 25,4 milímetros e também pode ser representada pelo caractere de aspas, por exemplo: 32" (32 polegadas).
Toda vez que você ouvir falar de um smartphone de 5 polegadas ou de uma TV de 40 polegadas, portanto, saberá que a medida faz referência ao tamanho da tela do dispositivo. Um tablet de 10", por exemplo, indica que a sua tela tem 25,4 centímetros (10 x 25,4).
Só que essa é uma informação um tanto imprecisa, pois as telas normalmente são retangulares, com esse "retângulo" podendo ter proporções diferentes na horizontal e na vertical, certo? Sim. É por isso que a medição é feita considerando a diagonal da tela.
Em outras palavras, medimos o tamanho da tela calculando a distância em polegadas do canto esquerdo inferior ao canto direito superior (ou vice-versa), como mostram as figuras a seguir:
Tamanho de tela: definido pelo medida da diagonal em polegadas
Tamanho de tela: definido pelo medida da diagonal em polegadas (Imagem original por LG)

O Samsung Galaxy S5 tem tela de 5,1 polegadas (Imagem original por Samsung)
O Samsung Galaxy S5 tem tela de 5,1 polegadas (Imagem original por Samsung)

Resolução de tela

Você já sabe que, por padrão, as telas têm formato retangular. Isso significa que a área desses dispositivos considera a sua largura (horizontal) e a sua altura (vertical).
É aqui que chegamos à resolução: a imagem exibida na tela é dividida em minúsculos pontos chamados pixels. Você pode entender um pixel como sendo o menor tamanho que uma imagem pode ter.
Os pixels são organizados em linhas (horizontal) e colunas (vertical). A resolução, portanto, nada mais é do que a medição que indica quantos pixels há em cada linha e em cada coluna da tela.
Assim, uma resolução de 1920 x 1080 pixels indica que a tela é capaz de exibir 1920 pixels por linha e 1080 por coluna. É como uma matriz. Via de regra, o primeiro número faz referência à largura; o segundo, à altura da tela.
Resolução: pixels na horitontal e na vertical
Resolução: pixels na horitontal e na vertical (Imagem original por Samsung)

Note que essa medida também é válida para imagens e vídeos. Você pode ter, por exemplo, uma figura de 300 x 250 pixels ou um filme de 720 x 405 pixels.

Relação entre tamanho de tela e resolução

Você já sabe que os pixels são a menor informação que uma tela pode exibir. A não ser que esteja lendo esse texto em papel, você talvez consiga distinguí-las agora se aproximar bem os olhos do monitor ou do dispositivo móvel com o qual estiver acessando esta página. Mas, por que não há uma medida fixa para definir os pixels?
Porque o tamanho dos pixels não é, necessariamente, igual em todos os dispositivos. Você pode ter duas telas de 20 polegadas, por exemplo, mas uma suporta resolução de até 1600 x 900 pixels e a outra, mesmo tendo as mesmas dimensões físicas, trabalha com resolução máxima de 1366 x 768 pixels. Se você tentar fazer exibir uma resolução maior que a suportada, o dispositivo não funcionará corretamente.
Cada pixel suporta uma cor, ou seja, uma informação. Logo, quanto mais pixels existirem, mais detalhada e rica será a imagem, pois mais informações a tela poderá exibir. Portanto, o monitor do exemplo que possui 1600 x 900 pixels pode ser considerado melhor que o segundo para determinadas aplicações.
A imagem abaixo é um exemplo que compara a mesma imagem em resoluções diferentes. A foto da direita, que possui 300 x 225 pixels, é exibida de maneira mais detalhada que a figura à esquerda, que conta com 160 x 120 pixels.
A foto da direita tem melhor resolução
A foto da direita tem melhor resolução


Densidade de pixels (PPI)

Tudo bem que as telas podem ser compatíveis com resoluções diferentes, mesmo assim, não é estranho que um monitor de 20 polegadas suporte resolução máxima de 1366 x 768 pixels e um Apple iPhone 6, por exemplo, consiga fazer 1334 por 750 pixels caberem dentro de uma tela de 4,7 polegadas? Quer dizer, considerando as devidas proporções, esta diferença não deveria ser muito maior?
O que acontece é que, com a evolução da tecnologia, as telas atuais passaram a suportar resoluções cada vez maiores, mesmo tendo dimensões reduzidas. É como se o pixel tivesse ficado tão pequeno ao ponto de ser (quase) impossível distinguí-lo com os olhos.
No caso do iPhone e outros produtos da Apple, esse feito deve-se a uma tecnologia que a empresa chamada comercialmente de Retina. Trata-se de uma técnica que permite a obtenção de pixels tão pequenos (78 micrômetros no iPhone 4 e 86 no iPad 3, por exemplo) que o efeito obtido equivale à existência de quatro pixels onde antes havia um só.
À esquerda, uma tela convencional; à direita, uma tela com Retina, isto é, alta densidade de pixels
À esquerda, uma tela convencional; à direita, uma tela com Retina, isto é, alta densidade de pixels (Imagem original porMashable

Esse dinamismo todo faz com que considerar um pixel como sendo a menor informação exibida numa tela perca um pouco de sentido, especialmente em dispositivos móveis: mais do que a resolução em si, a noção de qualidade passa a considerar o quão difícil é possível distinguir os pontos na tela.
Para tanto, convencionou-se considerar a densidade de pixels. Isso é feito por meio da medida PPI, sigla para Pixel Per Inch ou, em bom português, Pixels por Polegada.
Quanto maior o PPI, melhor a qualidade da tela: se há mais pontos, mas as dimensões físicas não mudam, pode-se então incluir mais detalhes ali.
Tal aspecto até pode não fazer muita diferença em telas grandes, como as das TVs, mas tem bastante relevância em laptops, tablets e smartphones, uma vez que utilizamos esses dispositivos de maneira muita mais próxima aos olhos. O já mencionado iPhone 6, por exemplo, tem tela com 326 PPI.
É importante não confundir PPI com DPI (Dots Per Inch ou Pontos Por Polegada). Essa última medida é semelhante, mas é comumente aplicada em atividades de impressão.

Aspect ratio (ou Proporção de tela)

Há outra característica deveras importante relacionada às telas: a proporção que determina quão largas estas são. Algumas telas têm formato mais "quadrado", embora não o sejam de fato. Outras são mais "esticadas", remetendo aos telões dos cinemas.
Como esse fator pode influenciar na exibição de imagens, vídeos e até mesmo nas resoluções, a indústria trabalha com padrões pré-determinados de formatos: o aspect ratio ou proporção de tela.
Até pouco tempo atrás, especialmente na época dos televisores e monitores CRT, o mais comum era o formato 4:3. Isso significa que, para cada quatro partes iguais de largura, a tela possui outras três de mesma proporção na altura. Dividindo esse número, temos 1,33, assim, esse resultado também pode ser utilizado para descrever o formato, embora não seja habitual.
Atualmente, o aspect ratio mais comum é o 16:9: repetindo a fórmula, para cada 16 partes iguais na largura, há outras 9 de mesmo tamanho na altura.
Esse é um formato panorâmico, ou seja, widescreen, e se tornou o mais comum no mercado. Mas há outros, embora a maioria seja pouco utilizada:
  • 3:2
  • 4:3
  • 5:4
  • 14:9
  • 16:9
  • 16:10 (ou 8:5)
  • 17:9
  • 21:9
Monitores com aspect ratio de 4:3, 16:9 e 21:9 (Imagens originais por LG)
Monitores com aspect ratio de 4:3, 16:9 e 21:9 (Imagens originais por LG)

Perceba que o aspect ratio precisa combinar com a resolução. Uma tela de 4:3, por exemplo, não será preenchida adequadamente se trabalhar com 1600 x 900 pixels.

Padrões de resoluções

A indústria também se viu na obrigação de adotar padrões de resoluções. Entre outras razões, isso se deve ao uso desse aspecto para indicar a qualidade de imagem: em tese, quanto maior a resolução, melhor a qualidade, como você já sabe.
É neste ponto que entram em cena denominações como Full HD e 4K. O que esses termos querem dizer, já que eles não informam explicitamente qual a resolução da tela?
Para que você possa compreender, as principais resoluções são explicadas nos tópicos a seguir, uma a uma.

Resolução VGA e suas variações: QVGA, HVGA, WVGA e FWVGA e outras

VGA (Video Graphics Array) é um padrão de saída de vídeo criado nos anos 1980. Foi o principal formato do tipo no mercado por muito tempo, até perder espaço progressivamente para padrões mais sofisticados, como DVI e HDMI.
Uma das várias características desse padrão é o uso da resolução de 640 x 480 pixels, razão pela qual essa combinação ficou conhecida como resolução VGA.
A partir dos anos 2000, começaram a surgir telefones e outros dispositivos móveis cujas telas tinham o VGA apenas como uma referência e, assim, utilizavam resoluções consideradas variações.
Uma delas é a QVGA (Quarter VGA), que possui 320 x 240 pixels. Um dos dispositivos baseados nesta resolução é o smartphone Sony Xperia X10 mini. Uma variante desta é a WQVGA (Wide QVGA), que conta com largura maior, mas mantém a altura: 400 x 240 pixels.
VGA versus QVGA
VGA versus QVGA

Para se adaptar a determinados dispositivos, do VGA em si também saíram versões "alargadas". Uma delas é a WVGA (Wide WVGA), que conta com 800 x 480 pixels e foi utilizada, por exemplo, nos aparelhos Google Nexus One e Samsung Galaxy S.
Outra é a FWVGA (Full Wide VGA), que expressa a resolução de 854 x 480 pixels e foi utilizada no smartphone Motorola Droid, por exemplo.
Neste ponto, é conveniente lembrar que todas essas resoluções costumam ter pequenas variações para se adequar ao aspect ratio de um dispositivo. O WVGA, por exemplo, pode possuir 720 x 480 pixels para se adequar a uma tela com proporção 16:10.
A lista abaixo mostra um resumo das resoluções VGA, incluindo algumas variações ainda não mencionadas. Não se assuste com a quantidade, tampouco se preocupe em decorá-las. A maioria é pouco utilizada, portanto, basta consultar páginas como esta para saber a resolução que cada uma representa:
  • VGA: 640 x 480 pixels;
  • WVGA: 800 x 480 pixels;
  • FWVGA: 854 x 480 pixels;
  • QVGA: 320 x 240 pixels;
  • QQVGA: 160 x 120 pixels;
  • HQVGA: 240 x 160 pixels;
  • WQVGA: 400 x 240 pixels;
  • HVGA: 480 x 320 pixels;
  • WVGA: 800 x 480 pixels;
  • SVGA: 800 x 600 pixels;
  • DVGA: 960 x 640 pixels;
  • WSVGA: 1024 x 600 pixels.

Resolução XGA e semelhantes: WXGA, SXGA, UXGA e outras

O XGA (Extended Graphics Array) surgiu na década de 1990 como complemento às especificações do VGA e do Super VGA. No que diz respeito às resoluções, esse padrão é usado para indicar a combinação de 1024 x 768 pixels que, por muito tempo, foi muito comum em telas no formato 4:3.
Aqui também há variações mais "alargadas" e devidamente chamadas de WXGA (Wide XGA). Esse nome pode se referir a pelo menos seis resoluções:
  • 1152 x 768 pixels;
  • 1280 x 720 pixels;
  • 1280 x 768 pixels;
  • 1280 x 800 pixels;
  • 1360 x 768 pixels;
  • 1366 x 768 pixels.
O Google Nexus 4 é um exemplo de smartphone que usa uma resolução WXGA, no caso, a combinação de 1280 x 768 pixels.
O Nexus 4 tem tela com 1280 x 768 pixels
O Nexus 4 tem tela com 1280 x 768 pixels (Imagem original por LG)

Há ainda uma versão denominada XGA+ que representa as resoluções de 1152 x 900 e 1152 x 864 pixels.
A seguir, um resumo com todas (ou quase todas) as variações do XGA. Novamente, não se preocupe em decorá-las:
  • XGA: 1024 x 768 pixels;
  • WXGA: de 1152 x 768 a 1366 x 768 pixels;
  • XGA+: 1152 x 900 e 1152 x 864 pixels;
  • WXGA+: 1440 x 900 pixels (há divergências quanto à existência desta resolução);
  • SXGA: 1280 x 1024 pixels;
  • SXGA+: 1400 x 1050 pixels;
  • WSWGA+: 1680 x 1050 pixels;
  • UXGA: 1600 x 1200 pixels;
  • WUXGA: 1920 x 1200 pixels;
  • QWXGA: 2048 x 1152 pixels;
  • QXGA: 2048 x 1536 pixels;
  • WQXGA: 2560 x 1600 pixels.
Aqui, convém citar que, de certa forma, as resoluções que possuem 720 pixels ou mais podem ser consideradas High Definition (Alta Definição). Você entenderá o porquê nos próximos tópicos. Antes disso, é válido conhecer as variações de "altíssima definição" do XGA:
  • QSXGA: 2560 x 2048 pixels;
  • WQSXGA: 3200 x 2048 pixels;
  • QUXGA: 3200 x 2400 pixels;
  • WQUXGA: 3840 x 2400 pixels;
  • HXGA: 4096 x 3072 pixels;
  • WHXGA: 5120 x 3200 pixels;
  • HSXGA:  5120 x 4096 pixels;
  • WHSXGA: 6400 x 4096 pixels;
  • HUXGA: 6400 x 4800 pixels;
  • WHUXGA: 7680 x 4800 pixels (ufa!).

Resolução HD (720p)

Diante do advento dos dispositivos móveis com telas sofisticadas e de TVs LCD, LED, Plasma e afinscada vez maiores, o mercado adotou uma resolução padrão não só para diminuir os problemas na exibição de conteúdo nesses dispositivos como também para apresentar um apelo fortemente comercial. É aí que surge o que conhecemos como resolução HD, sigla para High Definition (Alta Definição).
O HD faz referência à resolução de 1280 x 720 pixels, que por sua vez combina com telas widescreen (16:9). Em geral, as imagens que respeitam essa resolução apresentam qualidade bastante satisfatória.
O HD se tornou, de fato, uma referência no mercado, podendo ser encontrado em TVs de custo baixo e intermediário, assim como em smartphones e tablets. Só é preciso tomar cuidado para não confundir com suas duas variações: o nHD, que possui 640 x 360 pixels e o qHD, que conta com 960 x 540 pixels.

720p e 720i

Outro fator que resultou no surgimento da resolução HD é o padrão HDTV (High-Definition Television ou, no Brasil, TV de Alta Definição), que determina um conjunto de parâmetros para substituir sistemas de televisão tradicionais, como NTSC e PAL. Entre esses critérios está a associação da resolução de 1280 x 720 pixels com o aspect ratio de 16:9.
A essa altura, talvez você já tenha entendido: o termo 720p, que é muito utilizado, também é uma denominação que indica a resolução HD, isto é, de 1280 x 720 pixels. Mas, de onde é que saiu essa letra 'p'?
Os olhos humanos não percebem, mas o conteúdo da TV é atualizado várias vezes por segundo. Esse processo é chamado de Refresh Rate ou Taxa de Atualização e, normalmente, é medido em Hz (Hertz). Uma TV com 60 Hz, por exemplo, renova suas imagens 60 vezes por segundo. Teoricamente, quando maior esse número, mais "confortável" é a exibição da imagem na tela.
É daqui que vem o 'p'. A letra faz referência à técnica de Progressive Scan (Varredura Progressiva), que também é um dos parâmetros da HDTV. O termo indica que a atualização da tela acontece em todas as linhas desta, de cima para baixo, ou seja, todo o conteúdo exibido é renovado em uma etapa só.
Pode parecer um tanto óbvio, mas é que sistemas de TV mais antigos utilizam o Interlaced Scan(Varredura Entrelaçada), onde a atualização acontece de maneira semelhante, mas primeiro as linhas pares são atualizadas, depois as linhas ímpares, em um esquema do tipo "linha sim, linha não".
Interlaced scan: primeiro um grupo de linhas, depois o outro
Interlaced scan: primeiro um grupo de linhas, depois o outro

O Interlaced Scan é representado pela letra 'i', portanto, pode existir também o padrão 720i. Mas, não há registro de uso oficial desse termo, mesmo porque a tecnologia atual suporta 720p mesmo nos dispositivos mais simples, não havendo razão para a adoção do modo entrelaçado.
Vale destacar que os padrões que não alcançam as especificações HDTV costumam se enquadrar nas características do SDTV (Standard-Definition TeleVision). As suas resoluções mais comuns são 704 (ou 720) x 576 pixels e 704 (ou 720) x 480 pixels.

Resolução Full HD (1080p)

Se o HD já resulta em imagens muito boas, o Full HD aparece para oferecer uma experiência ainda mais enriquecedora. O termo, que também pode ser abreviado como FHD (embora essa sigla seja pouca usada), representa a resolução de 1920 x 1080 pixels, igualmente (ou mais) apropriada à proporção de 16:9.
Tal como o HD, o Full HD ganhou forte apelo comercial, algo no estilo "o HD é bom, mas o Full HD é ainda melhor". Equipamentos um pouco mais sofisticados são o alvo desse tipo de tela, como é o caso dos smartphones Samsung Galaxy S5 e do Google Nexus 5, além de monitores e TVs de diversos tamanhos, é claro.
TV Full HD
TV Full HD de 40 polegadas (Imagem original por Samsung)

1080p e 1080i

A resolução Full HD também é reconhecida nas especificações da HDTV e, consequentemente, recebe uma denominação orientada à quantidade de linhas em Progressive Scan: 1080p. Assim, você já sabe que um dispositivo que ostenta esse nome em suas especificações é Full HD.
Embora não sejam muito comuns, é possível encontrar ainda dispositivos 1080i: suas telas suportam a resolução Full HD, mas com atualização em modo Interlaced Scan.
Selo que informa que uma tela � 1080p
Selo Full HD / 1080p

Resumo

As resoluções HD e Full HD tornaram-se referência no mercado, o que é bastante útil porque esse aspecto reflete na padronização dos formatos de vídeos e imagens, por exemplo, assim como facilita a vida do consumidor, que não se perde no meio de tantas resoluções possíveis. Como mostra o resumo a seguir, as variações são poucas:
  • HD (720p): 1280 x 720 pixels;
  • nHD: 640 x 360 pixels;
  • qHD: 960 x 540 pixels;
  • Full HD (FHD ou 1080p): 1920 x 1080 pixels;
  • QHD (WQHD): 2560 x 1440 pixels.
Como a quantidade mínima de pixels na vertical para uma resolução ser considerada de alta definição é de 720, criou-se informalmente o entendimento de que qualquer valor acima disso é HD. Não deixa de ser correto, mas para um produto receber esta sigla ou a Full HD precisa respeitar as resoluções definidas para cada padrão.

Resolução 4K (UHD ou 2160p)

Ainda estamos apreciando nossos dispositivos Full HD, mas a indústria não perdeu tempo e já tornou realidade um padrão superior - quatro vezes superior, na verdade: a resolução 4K, que representa a generosíssima combinação de 3840 x 2160 pixels.
TV 4K da linha Bravia
TV 4K da linha Bravia (Imagem por Sony)

Também chamada de Ultra HD (UHD), a resolução 4K começou a ser desenvolvida em 2003, passando a ser usada pra valer em meados de 2006, pelo cinema. Poucos anos depois, no entanto, já era possível encontrar telas UHD em televisões mais sofisticadas e que custam alguns milhares de dólares.
É muito difícil encontrar uma TV 4K que tenha menos de 50 polegadas de tamanho. A razão é que, pelo menos até momento, somente equipamentos maiores conseguem aliar viabilidade técnica de construção e qualidade de imagem notoriamente superior.
É por isso que, embora haja promessas de smartphones com 4K (nenhum modelo havia sido publicado até a conclusão deste texto), muita gente vê a ideia com desconfiança: em telas pequenas, as diferenças entre Ultra HD e 4K dificilmente podem ser notadas. Teremos que esperar a indústria superar todas as limitações técnicas e lançar algum dispositivo do tipo para fazermos a prova da verdade.
Tal como nos demais padrões, a resolução 4K também tem suas variações. A combinação de 3840 x 2160 pixels é tida com a principal porque é a resolução existente nas especificações do Ultra HD Television, também conhecido como UHDTV. Assim, também podemos utilizar uma denominação que faz referência à medida vertical com Progressive Scan: 2160p. Só que, ao contrário dos termos 720p e 1080p, o nome 2160p não é muito utilizado.
Outra resolução que também é representada pela sigla 4K (mas não pela UHDTV) é a de 4096 x 2160 pixels, que foi adotada oficialmente pela Digital Cinema Initiatives (DCI), entidade formada por grandes empresas da indústria cinematográfica para determinar padrões para o segmento.
De fato, é no cinema que a resolução de 4096 x 2160 pixels melhor cumpre o seu papel, uma vez que essa combinação é mais apropriada a telas ou projeções com aspect ratio de 17:9 existentes em salas mais modernas, enquanto que a maioria das TVs se prende à proporção de 16:9. Por causa dessa diferença, a resolução de 4096 x 2160 pixels também costuma ser chamada de DCI 4K.
A montagem abaixo dá uma boa noção da "generosidade" da resolução Ultra HD:
VGA versus Full HD x 4K
VGA versus Full HD x 4K

Eis as suas principais variações:
  • 4K (UHDTV ou QFHD): 3840 x 2160 pixels;
  • 4K (Ultra Wide HDTV): 5120 x 2160 pixels;
  • DCI 4K: 4096 x 2160, 4096 x 1716 (incomum) e 3996 x 2160 pixels (também incomum).

Por que a letra 'K' em 4K?

Assim como HD e Full HD, o termo 4K não só faz referência a uma resolução como também tem forte apelo comercial. Mas, se o padrão também pode ser chamado de Ultra HD ou UHD, por que o 4K é a expressão mais usada?
Acontece que a letra 'K', na língua inglesa, é comumente utilizada para representar o número mil. Assim, se você tiver 2 mil ou 3 mil unidades de qualquer coisa, pode chamar esta quantia de 2K ou 3K, por exemplo.
Como a resolução horizontal do UHDTV é um número que se aproxima de 4000 (e o supera, no caso do DCI), presume-se que a sigla 4K passou a ser usada para representá-la porque transmite uma noção mais clara de sua grandiosidade.
Aqui, vale observar que a existência do 4K não significa que o HD e o Full HD ficarão delegados ao passado, pelo menos não por um bom tempo. Esses padrões apresentam qualidade satisfatória em celulares, tablets e mesmo televisores.
Além disso, o 4K conta com algumas desvantagens. Para começar, a quantidade de conteúdo nesse formato ainda é pequena, embora já haja filmes, transmissões de eventos esportivos e até mesmo suporte a UHD em serviços como o YouTube.
Outra possível desvantagem é que transmissões 4K exigem conexões à internet bastante rápidas, o que ainda não é realidade para muita gente, mesmo em países desenvolvidos.

Resolução 2K

Do ponto de vista comercial, pulamos do Full HD direto para o 4K, mas há um intermediário aqui: aresolução 2K. Só não é muito comum encontrar dispositivos que ostentem um selo com esse nome.
A principal razão para isso é que o 2K faz referência à resolução de 2048 x 1080 pixels. Como esta combinação é apenas um pouco maior que o Full HD (1920 x 1080), para a indústria foi mais interessante partir direto para o 4K.
Aqui também há variações:
  • 2K: 2048 x 1080 pixels;
  • DCI 2K: 2048 x 858 ou 1998 x 1080 pixels.

Resolução 5K

No segundo semestre de 2014, o mercado começou a ver a chegada de alguns poucos, mas interessantes produtos com resolução 5K. A linha de monitores de 27 polegadas UltraSharp, da Dell, é um exemplo.
A denominação 5K faz referência à resolução de 5120 x 2880 pixels (é um pouco maior que as combinações 4K, portanto) e pode trabalhar com telas de aspect ratio de 16:9 ou proporções próximas a essa.

Resolução 8K (FUHD ou 4320p)

Ao apresentar imagens quatro vezes maiores que no Full HD, a resolução 4K é espantosa o suficiente para não existir necessidade de nada ainda mais avançado, certo? A resolução 8K vem para provar que a resposta é "não".
Podendo também ser chamada de Full Ultra HD (FUHD) ou 8K UHD, a resolução 8K define uma combinação de 7680 x 4320 pixels, o que a torna 16 vezes maior que o Full HD (relembrando, 1920 x 1080 pixels). Não entendeu como? Observe a ilustração a seguir:
Resolução 8K: 16 vezes maior que o Full HD
Resolução 8K: 16 vezes maior que o Full HD

Uma vez que telas 8K ainda estão sendo desenvolvidas, há pouquíssimos equipamentos compatíveis com essa resolução. De qualquer forma, o formato deverá abranger tanto telas de cinema quanto televisores. Não por menos, a resolução 8K também é reconhecida pelas especificações do UHDTV, o que lhe confere o nome 4320p.
Aqui - adivinhe - também há variações nas resoluções, mas cada uma delas está diretamente ligada a um aspect ratio diferente:
  • 7680 x 4320 pixels: 16:9;
  • 8192 x 4320 pixels: 17:9;
  • 8192 x 5120 pixels: 16:10 (ou 8:5);
  • 10080 x 4320 pixels: 21:9.
Há ainda uma resolução inusitada chamada de 8K Fulldome que apresenta 8192 x 8192 pixels. Seu uso é direcionado a equipamentos de projeção utilizados em planetários, por exemplo.
A previsão é a de que telas e conteúdo 8K só comecem a surgir regularmente por volta de 2020. A principal empresa que aposta neste padrão é a japonesa NHK, que chama a resolução de Super Hi-Vision (SHV). Os desafios para a sua implementação são realmente grandes: atualmente, os benefícios de uma resolução tão alta só aparecem em TVs com mais de 80 polegadas.

Finalizando

No meio de tantas resoluções, você pode estar se pergutando: qual é a melhor? Bom, depende. Para quem vai comprar uma TV, já há vasto conteúdo oferecido em HD ou mesmo em Full HD a partir deBlu-ray ou serviços on-line como Netflix, por exemplo.
Felizmente, a maioria dos televisores atuais trabalham com essas resoluções. Já há alguma coisa também em 4K - inclusive, smartphones como Samsung Galaxy S5 já são capazes de gravar vídeos nesta resolução -, mas as TVs que exploram essa característica não são nada baratas.
Para smartphones, a situação é bem mais amena: na maioria das vezes, uma resolução baseada em algum padrão VGA dá conta do recado. Dá também para encontrar aparelhos com resoluções mais altas, como HD e Full HD (comum em dispostivos com 5 ou mais polegadas), mas é necessário ter ciência de que estas opções, não raramente, são mais caras.
De modo geral, a dica é esta: analisar todos os fatores que levam à melhor relação custo-benefício. No cenário atual, nem sempre as resoluções mais sofiscadas se encaixam neste contexto.
Você pode saber mais sobre o assunto nos links que serviram de referência para este texto:
Escrito por  - Publicado em 07_03_2014 - Atualizado em 17_03_2015 para o http://www.infowester.com