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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

USB 3.0 e USB 3.1: velocidades e demais características

Introdução

A tecnologia USB (Universal Serial Bus) é sinônimo de comodidade e eficiência, afinal, trata-se um padrão que permite a interconexão de dispositivos dos mais variados tipos. No entanto, no mercado há cada vez mais dispositivos que trabalham com grandes volumes de informações e, consequentemente, necessitam de maior velocidade na transmissão de dados. É nesse ponto que entra em cena o padrãoUSB 3.0, também chamado de SuperSpeed USB.
Nas próximas linhas, você conhecerá as principais características da tecnologia, assim como verá a variação USB 3.1, capaz de transmitir dados até duas vezes mais rapidamente que o USB 3.0.
Tem mais: a parte final do texto apresenta detalhes do USB-C, novo padrão de conexão que, por serconversível e compacto, deve aumentar ainda mais a adoção da tecnologia.

Por que o USB 3.0 foi criado?

A tecnologia USB surgiu no ano de 1994 e, desde então, vem passando por várias revisões. As mais populares são as versões 1.1 e 2.0, sendo esta última ainda bastante utilizada. A primeira é capaz de alcançar, no máximo, taxas de transmissão de 12 Mb/s (megabits por segundo), enquanto que a segunda pode oferecer até 480 Mb/s.
Como se percebe, o USB 2.0 consegue ser bem rápido, afinal, 480 Mb/s correspondem a cerca de 60 megabytes por segundo. No entanto, a evolução da tecnologia faz com que velocidades muito maiores sejam cada vez mais necessárias.
Não é difícil entender o porquê: o número de conexões de alta velocidade à internet cresce rapidamente, fazendo com que as pessoas queiram consumir, por exemplo, vídeos, músicas, fotos e jogos em alta definição ou resolução. Some a isso o fato de ser cada vez mais comum a oferta de dispositivos como smartphones e câmeras digitais que atendem a essas necessidades. A consequência não poderia ser outra: grandes volumes de dados nas mãos de um número cada vez maior de pessoas.
Com suas especificações finais anunciadas em novembro de 2008, o USB 3.0 surgiu para dar conta dessa e da demanda que está por vir. É isso ou perder espaço para tecnologias como FireWire ouThunderbolt.
Para encarar essa missão, o USB 3.0 tem como principal característica a capacidade de oferecer taxas de transferência de dados de até 4,8 Gb/s (gigabits por segundo). Mas não é só isso...
O que é USB 3.0?
Como você viu no tópico acima, o USB 3.0 surgiu porque o padrão precisou evoluir para atender a novas necessidades. Mas, no que consiste exatamente essa evolução? O que o USB 3.0 tem de diferente do USB 2.0? A principal característica você já sabe: a velocidade de até 4,8 Gb/s (5 Gb/s, arredondando), que corresponde a cerca de 600 megabytes por segundo, dez vezes mais que a velocidade do USB 2.0. Nada ruim, não?
Símbolo para dispositivos USB 3.0

Símbolo para dispositivos USB 3.0

Mas o USB 3.0 também se destaca pelo fator alimentação elétrica: o USB 2.0 trabalha com corrente de até 500 miliamperes e tensão de 5 volts, enquanto que a versão mais nova pode suportar 900 miliamperes e 5 volts. Isso significa que as portas USB 3.0 consegue alimentar dispositivos que consomem mais energia, como determinados HDs externos que, com o USB 2.0, exigiriam fontes de alimentação dedicadas.
É claro que o USB 3.0 também possui as características que fizeram as versões anteriores tão bem aceitas, como Plug and Play (plugar e usar), possibilidade de conexão de mais de um dispositivo na mesma porta, hot-swappable (capacidade de conectar e desconectar dispositivos sem a necessidade de desligá-los) e compatibilidade com equipamentos nos padrões anteriores.
Conectores USB 3.0
Outro aspecto no qual o padrão USB 3.0 difere do 2.0 diz respeito ao conector. Os conectores de ambos são bastante parecidos, mas não iguais.

Conector USB 3.0 A

Como você verá mais adiante, os cabos da tecnologia USB 3.0 são compostos por nove fios, enquanto que os cabos USB 2.0 utilizam apenas quatro. Isso acontece para que o padrão novo possa suportar maiores taxas de transmissão de dados. Assim, os conectores do USB 3.0 possuem contatos para esses fios adicionais na parte do fundo. Caso um dispositivo USB 2.0 seja utilizado, este usará apenas os contatos da parte frontal do conector. As imagens a seguir mostram um conector USB 3.0 do tipo A:
Estrutura interna de um conector USB 3.0 A - Baseado em imagem da USB.org

Estrutura interna de um conector USB 3.0 A - Baseado em imagem da USB.org

Conector USB 3.0 A - imagem por USB.org

Conector USB 3.0 A - imagem por USB.org

Você deve ter percebido que é possível conectar dispositivos USB 2.0 ou 1.1 em portas USB 3.0. Este último é compatível com as versões anteriores. Fabricantes também podem fazer dispositivos USB 3.0 compatíveis com o padrão 2.0, mas, nesse caso, a velocidade será a deste último. E é claro: se você quiser interconectar dois dispositivos via USB 3.0 e aproveitar a sua alta velocidade, o cabo precisa estar nesse padrão.

Conector USB 3.0 B

Tal como acontece na versão anterior, o USB 3.0 também conta com conectores diferenciados para se adequar a determinados dispositivos. Um deles é o conector do tipo B, utilizado em aparelhos de porte maior, como impressoras ou scanners.
Em relação ao tipo B do padrão USB 2.0, a porta USB 3.0 possui uma área de contatos adicional na parte superior. Isso significa que nela podem ser conectados tantos dispositivos USB 2.0 (que aproveitam só a parte inferior) quanto USB 3.0. No entanto, dispositivos 3.0 não podem ser conectados em portas B 2.0:
Conector USB 3.0 B - imagem por USB.org

Conector USB 3.0 B - imagem por USB.org

Micro-USB 3.0

O conector micro-USB, muito utilizado em smartphones, por exemplo, também sofreu modificações: no padrão USB 3.0 - com nome de micro-USB B -, passou a contar com uma área de contatos adicional que, de certa forma, diminui a sua praticidade, mas foi a solução encontrada para dar conta dos contatos extras:
Conector micro-USB 3.0 B - imagem por USB.org

Conector micro-USB 3.0 B - imagem por USB.org

Para facilitar a diferenciação, fabricantes estão adotando a cor azul na parte interna dos conectores USB 3.0 e, algumas vezes, nos cabos destes. Note, no entanto, que é essa não é uma regra obrigatória, portanto, é sempre conveniente prestar atenção nas especificações do produto antes de adquirí-lo.
Conector micro-USB 3.0 em um smartphone

Conector micro-USB 3.0 em um smartphone

Sobre o funcionamento do USB 3.0
Como você já sabe, cabos USB 3.0 trabalham com nove fios, enquanto que o padrão anterior utiliza quatro: VBus (VCC), D+, D- e GND. O primeiro é o responsável pela alimentação elétrica, o segundo e o terceiro são utilizados na transmissão de dados, enquanto que o quarto atua como "fio terra".
No padrão USB 3.0, a necessidade de transmissão de dados em alta velocidade fez com que, no início, fosse considerado o uso de fibra óptica para esse fim, mas tal característica tornaria a tecnologia cara e de fabricação mais complexa. A solução encontrada para dar viabilidade ao padrão foi a adoção de mais fios. Além daqueles utilizados no USB 2.0, há também os seguintes: StdA_SSRX- e StdA_SSRX+ para recebimento de dados, StdA_SSTX- e StdA_SSTX+ para envio, e GND_DRAIN como “fio terra” para o sinal.
O conector USB 3.0 B pode contar ainda com uma variação (USB 3.0 B Powered) que utiliza um contato a mais para alimentação elétrica e outro associado a este que serve como "fio terra", permitindo o fornecimento de até 1000 miliamperes a um dispositivo.
Quanto ao tamanho dos cabos, não há um limite definido, no entanto, testes efetuados por algumas entidades especializadas (como a empresa Cable Wholesale) recomendam, no máximo, até 3 metros para total aproveitamento da tecnologia, mas essa medida pode variar de acordo com as técnicas empregadas na fabricação.
No que se refere à transmissão de dados em si, o USB 3.0 faz esse trabalho de maneira bidirecional, ou seja, entre dispositivos conectados, é possível o envio e o recebimento simultâneo de dados. No USB 2.0, é possível apenas um tipo de atividade por vez.
O USB 3.0 também consegue ser mais eficiente no controle do consumo de energia. Para isso, ohost, isto é, a máquina na qual os dispositivos são conectados, se comunica com os aparelhos de maneira assíncrona, aguardando estes indicarem a necessidade de transmissão de dados. No USB 2.0, há uma espécie de "pesquisa contínua", onde o host necessita enviar sinais constantemente para saber qual deles necessita trafegar informações.
Ainda no que se refere ao consumo de energia, tanto o host quanto os dispositivos conectados podem entrar em um estado de economia em momentos de ociosidade. Além disso, no USB 2.0, os dados transmitidos acabam indo do host para todos os dispositivos conectados. No USB 3.0, essa comunicação ocorre somente com o dispositivo de destino.
Como saber rapidamente se uma porta é USB 3.0?
Em determinados equipamentos, especialmente laptops, é comum encontrar, por exemplo, duas portas USB 2.0 e uma USB 3.0. Quando não houver nenhuma descrição identificando-as, como saber qual é qual? Pela cor existente no conector.
Pode haver exceções, é claro, mas pelo menos boa parte dos fabricantes segue a recomendação de identificar os conectores USB 3.0 com a sua parte plástica em azul, tal como informado anteriormente. Nas portas USB 2.0, por sua vez, os conectores são pretos ou, menos frequentemente, brancos.
O laptop da foto é um exemplo:
Conector micro-USB 3.0 em um smartphone

Portas USB 3.0 e USB 2.0 em um laptop

USB 3.1: até 10 Gb/s
Em agosto de 2013, a USB.org anunciou as especificações finais do USB 3.1 (também chamado deSuperSpeed USB 10 Gbps), uma variação do USB 3.0 que se propõe a oferecer taxas de transferência de dados de até 10 Gb/s (ou seja, o dobro).
Na teoria, isso significa que conexões 3.1 podem alcançar taxas de até 1,2 gigabyte por segundo! Não pense que é exagero: há diversas aplicações que podem usufruir dessa velocidade toda. É o caso de monitores de vídeo que são conectados ao computador via porta USB, por exemplo.
Para conseguir taxas tão elevadas, o USB 3.1 não faz uso de nenhum artefato físico mais elaborado. O "segredo", essencialmente, está no uso de um método de codificação de dados mais eficiente e que, ao mesmo tempo, não torna a tecnologia significantemente mais cara.
Vale ressaltar que o USB 3.1 é compatível com conectores e cabos das especificações anteriores, assim como com dispositivos baseados nessas versões.
Merece destaque ainda o aspecto da alimentação elétrica: graças a uma especificação chamada USB Power Delivery, uma única porta USB 3.1 consegue fornecer até 100 watts (corrente de até 5 amperes e tensão de até 20 volts) desde que um cabo adequado seja usado. Monitores de vídeo e HDs externos são exemplos de dispositivos que podem usufruir dessa característica, dispensando fontes dedicadas.
Conector USB-C (USB tipo C): uso dos dois lados
Em dezembro de 2013, a USB.org anunciou outra novidade para a versão 3.1 da tecnologia: um conector chamado USB Type-C (USB tipo C) ou, simplesmente, USB-C. O padrão foi finalizado em agosto de 2014 e tem como principal atrativo a adoção de um plugue reversível: o conector USB-C pode ser encaixado de qualquer lado na entrada USB.
USB tipo C - Imagem por USB.org

USB tipo C - Imagem por USB.org

Sabe aquelas situações em que você tentar encaixar cabos ou pendrives de um jeito, nota que fez alguma coisa errada, tenta de novo e somente então acerta? Quem nunca passou por isso? Com o novo conector, esse problema fica no passado. Vire-o para cima ou baixo, tanto faz: a conexão funcionará de qualquer forma.
Outra vantagem do USB-C está em suas dimensões reduzidas: o conector tem apenas 8,4 milímetros de largura por 2,6 milímetros de altura. Com esse tamanho, a sua implementação em tablets, smartphones e notebooks ultrafinos, por exemplo, é facilitada.
Conector USB-C (menor) ao lado de um cabo A (tradicional) - Imagem por Brando Workshop

Conector USB-C (menor) ao lado de um cabo A (tradicional) - Imagem por Brando Workshop

Por ser preparado para trabalhar com o USB 3.1, o conector USB-C também pode lidar com até 100 watts - o fornecimento de energia é de até 3 amperes no cabo padrão e 5 amperes no conector em si. Assim, um único cabo pode ser usado tanto para tráfego de dados quanto para alimentação elétrica de determinados dispositivos.
Tamanha evolução tem um preço: o conector tipo C não é compatível com as portas dos padrões anteriores, exceto pelo uso de adaptadores. É importante ressaltar, no entanto, que o USB 3.1 pode utilizar os conectores já existentes antes de seu surgimento, mas se sujeitando às limitações destes.
Porta USB-C em um MacBook - Imagem por Apple

Porta USB-C em um MacBook - Imagem por Apple

Um conector USB-C padrão tem até 24 pinos (12 em cada face). É por isso que é possível encaixá-lo de qualquer lado. Quatro pares de pinos respondem pela alimentação elétrica e aterramento, outros quatro pelas transmissões de alta velocidade. Dois pares mantêm barramentos para compatibilidade com o USB 2.0 (embora só um possa ser implementado para esse fim), outros dois ajudam na detecção da orientação do conector.
Pendrive com USB-C - Imagem por SanDisk

Pendrive com USB-C - Imagem por SanDisk

Outra característica interessante do USB-C é o Alternate Mode (em tradução livre, Modo Alternativo). Com o recurso, fabricantes podem criar funcionalidades adicionais para cabos e entradas no padrão. De igual forma, o USB tipo C também pode ser usado em conjunto com outras tecnologias.
Um exemplo vem da VESA (Video Electronics Standards Association). A entidade compatibilizou as versões mais recentes da tecnologia DisplayPort com o USB-C. Assim, um dispositivo (como um laptop) que tiver uma entrada que combine ambos os padrões (USB e DisplayPort) poderá transmitir vídeos para uma TV ou monitor em resolução 4K ou superior.
O USB-C começou a chegar ao mercado no último trimestre de 2014.
Finalizando
O USB 3.0 e o USB 3.1 oferecem uma série de vantagens, mas isso não significa que a versão 2.0 da tecnologia será abandonada prontamente: ainda há muitos dispositivos que são bem atendidos por essa especificação, razão pela qual será comum encontrar placas-mãe, laptops e afins que oferecem os dois tipos de portas durante um bom tempo.
É de se esperar, no entanto, que, por conta de suas vantagens, o USB-C ajude as versões mais rápidas da tecnologia a se tornarem padrão do mercado dentro de poucos anos.
Para saber mais sobre o assunto, visite o site USB.org (em inglês). Confira também o texto do InfoWester sobre USB 2.0 e anteriores.
Escrito por  

domingo, 8 de novembro de 2015

O que é Tecnologia da Informação (TI)?

Introdução

No início, os computadores eram tidos apenas como "máquinas gigantes" que tornavam possível a automatização de determinadas tarefas em instituições de ensino/pesquisa, grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, tais máquinas começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores, mais poderosos e mais confiáveis. Como se não bastasse, a evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente.
Mas perceba que, desde as máquinas mais remotas e modestas até os computadores mais recentes e avançados, o trabalho com a informação sempre foi o centro de tudo. É por isso que a expressão Tecnologia da Informação (TI) é tão popular. Mas o que vem a ser isso?

Antes de tudo, a informação

A informação é um patrimônio, é algo que possui valor. Quando digital, não se trata apenas de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa, uma instituição de ensino, uma empresa ou qualquer outra entidade possa utilizar em prol de algum objetivo.
Neste sentido, a informação é tão importante que pode inclusive determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio, por exemplo. E não é difícil entender o porquê. Basta pensar no que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes ou imaginar uma pessoa ficando rica da noite para o dia por ter conseguido descobrir uma informação valiosa analisando um grande volume de dados.
Diante de tamanha relevância, grandes entidades investem pesado nos recursos necessários para obter e manter as suas informações. É por isso que é extremamente raro ver empresas como bancos, redes de lojas e companhias aéreas perdendo dados essenciais ao negócio. Por outro lado, é bastante frequente o uso inadequado de informações ou, ainda, a subutilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.
TI

Tecnologia da Informação

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos computacionais que visam permitir a obtenção, o armazenamento, o acesso, o gerenciamento e o uso das informações. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que há várias definições para a expressão e nenhuma delas consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um patrimônio, um bem que agrega valor e dá sentido às atividades que a utilizam, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial. Além disso, é importante buscar soluções que tragam resultados realmente relevantes, isto é, que permitam transformar as informações em algo com valor maior, sem deixar de considerar o aspecto do menor custo possível.
A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros fatores relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas, do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ser a consequência.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede interna, está fazendo gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa adquirir as mais caras e sotisticadas, mas aquelas que possuem os recursos necessários.
Por outro lado, imagine que uma companhia comprou computadores com GPUs de desempenho modesto e monitor de 17 polegadas para profissionais que trabalham com AutoCAD. Para estes funcionários, o ideal seria fornecer computadores que suportam aplicações exigentes e um monitor de, pelo menos, 20 polegadas. Máquinas mais baratas certamente conseguem rodar o programa AutoCAD, porém com lentidão. Além disso, o monitor com área de visão menor dá mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição destes equipamentos reflete diretamente na produtividade. Por este motivo, qualquer decisão relacionada à TI precisa levar em conta as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada atividade, de cada indivíduo.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor para compartilhamento e armazenamento de arquivos em rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a companhia não tiver expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que adquirir um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este: se o referido servidor, por alguma razão, parar de funcionar, os arquivos ficarão indisponíveis e certamente atrapalharão as atividades da empresa.
Neste caso, não seria melhor adquirir um servidor mais adequado às necessidades da companhia e investir em recursos de disponibilidade para diminuir as chances de a rede deixar de funcionar? Ou, talvez, estudar a possibilidade de contratar uma solução baseada em computação nas nuvensespecífica para este fim?
Foto de um servidor para armazenamento de dados
Foto de um servidor para armazenamento de dados

Com estes exemplos, é possível ter uma pequena ideia do qual amplo é o universo da Tecnologia da Informação. Independente da aplicação, há ainda vários outros aspectos que devem ser considerados, por exemplo: segurança, disponibilidade, comunicação, uso de sistemas adequados (eles realmente devem fazer o que foi proposto), tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), legislação local e assim por diante.

O profissional de TI

As tarefas de desenvolver, implementar e atualizar soluções computacionais cabem aos profissionais de TI. Por causa de sua amplitude, a área é dividida em várias especializações, tal como acontece com a medicina, por exemplo. Sendo assim, pode-se encontrar profissionais de TI para cada um dos seguintes segmentos: banco de dados, desenvolvimento, infraestrutura, redes, segurança, gestão de recursos, entre outros.
Para cada uma destas áreas, há subdivisões. Por exemplo, em desenvolvimento, há profissionais que atuam apenas com softwares comerciais (como ERP), outros que trabalham apenas com a criação de ferramentas para dispositivos móveis, outros que concentram suas atividades na internet e assim por diante.
Via de regra, interessados em seguir carreira na área de TI fazem cursos como ciência da computação, engenharia da computação e sistemas de informação, mas há outros, inclusive com foco mais técnico, como tecnologia em redes de computadores e tecnologia em banco de dados, além de cerificações e cursos de pós-graduação para profissionais já formados.

Finalizando

Quem precisa de TI? Nos tempos atuais, a sociedade como um todo. Hoje, a informatização atinge as mais diversas áreas do conhecimento e está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, mesmo quando elas não percebem.
Se você declara imposto de renda, seus dados são processados por computadores do governo; se você tira passaporte, suas informações ficam cadastradas em um banco de dados da Polícia Federal (ou de outro órgão competente, de acordo com o país); se você faz compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema da empresa; para você usar o telefone, uma complexa rede de comunicação controlada por computadores é utilizada. Enfim, exemplos não faltam.
A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos, afinal, a informação sempre existiu, mas não de maneira tão volumosa e aproveitável.
Escrito por  - Publicado em 24_02_2011 - Atualizado em 27_03_2013

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

CURSOS ONLINE DE INFORMÁTICA E INTERNET

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

7 ATITUDES PARA ALAVANCAR SUA CARREIRA

Carreira sólida não é pose, é atitude.
A distinção de eficiência entre profissionais acontece em todas as áreas. Quem não conhece alguém que é fera no que faz?
Você nem mesmo precisa ter visto a pessoa em ação, isto é, a forma como ela se porta e/ou referências de terceiros acabam formando sua opinião. Pois bem, neste artigo vou apresentar sete atitudes que vão te colocar em evidência e alavancar sua carreira no médio prazo. Saca só:
Imagem via Shutterstock
1. Realize além do proposto / solicitado: Não é de hoje que quem produz muito se destaca. A intenção aqui não é sugerir que você trabalhe feito um condenado sem reconhecimento. É preciso manjar dos paranauê ter parcimônia, pois quantidade é diferente de qualidade. Veja bem: criar uma lista desordenada é diferente de criar uma lista em ordem alfabética ou ordenada por prioridade. Crie coisas úteis, mesmo que sua função seja criar coisas.
 2. Assuma responsabilidades: Repense sua função caso sempre tenha informações esmiuçadas sobre o que e como deve realizar suas atividades. Não caia na armadilha de fazer muito o que sabe fazer bem, afinal, isso já está aprendido. Levante essa mão e assuma novas responsabilidades, pois este é o primeiro passo para adquirir novos conhecimentos e demonstrar que é capaz de muito mais do que já tens feito.
 3. Tome decisões fundamentadas: Odeie a negligência e busque participar do processo decisório, mesmo que como ouvinte. Aos poucos vais desenvolver maturidade e apresentar opiniões mais consistentes sobre como realizar determinadas atividades.
Além de tomar mais decisões, por menores que sejam, é importante assumir as consequências envolvidas, sejam créditos ou deméritos, não espere que vá acertar tudo ou decidir apenas com base no que você acha certo. Boas decisões podem incluir um caminho do qual você não gosta, contudo, que é o mais sensato. Agradar a si mesmo é diferente de ter o job feito da melhor maneira possível.
4. “Nunca deixe que alguém lhe impeça de fazer o seu trabalho”: Ouvi isso aos 14 anos e nunca mais esqueci. Depois descobri que essa frase é a versão bonita de algumas outras, vejamos:
“Não culpe alguém caso você não consiga fazer o que tem que fazer”
“Empresas querem coisas prontas e não um culpado por elas não estarem”
Quando estiver “travado” em um processo produtivo, busque alternativas para contornar a necessidade do trabalho alheio, seja iniciando uma tarefa complementar ou simulando o resultado do trabalho em questão. De forma alguma aponte isso como um problema, se o fizer,faça-o de forma construtiva e apresente a solução em seguida.
5. Faça o trabalho dos outros: Pensou que seria simples? Alavancar a própria carreira está extremamente ligado a ajudar outras pessoas a alavancarem as suas respectivas.
Em alguns momentos seus parceiros de time não acompanharão seu ritmo, mas lembre-se: em outras situações a recíproca será verdadeira. Ajudar as pessoas que trabalham contigo a cumprirem tarefas diferentes das suas é uma ótima maneira de adiantar o seu lado. De quebra você também aumenta seu know-how sobre o assunto. O valor é gerado com a união do trabalho de várias pessoas, logo, se você descasca laranjas e outra pessoa faz o suco, ajudá-la em uma oportunidade é o primeiro passo para que você faça seu próprio suco sozinho.
6. Estude e aplique: Este item soa clichê, contudo, elaborar uma lista sem ele seria praticamente criminoso. Estudar é essencial e você está cansado de fazer saber. A empresa infelizmente não é um laboratório para experimentos de coisas que você estudou. Apresente soluções para problemas ou novas ferramentas com base em casos de sucesso e faça com que as pessoas ao seu redor “comprem o plano” (vide item 3).
7. Demonstre conhecimento complementar: Crie oportunidades para conversar sobre onegócio da empresa. Compreenda o segmento de forma a contribuir com outros setores efazer com que as pessoas questionem uma subutilização de sua capacidade.
Caso você já aplique alguns dos itens listados, certamente está se sobressaindo frente aos demais. Tenha em mente que não se trata de uma corrida, contudo, é importante saber se posicionar de forma a atingir seus objetivos em uma organização.
Ah, lembre-se de compartilhar essas dicas com aquele amigo(a) que anda “dormindo no ponto”.  Sucesso!
Fonte: http://www.profissionaisti.com.br/

domingo, 25 de outubro de 2015

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO: EU ODEIO A SEGURANÇA!

O papel do especialista em segurança da informação é fazer, entre outras tarefas, com que as informações sigilosas e confidenciais sejam acessadas somente pelas pessoas autorizadas dentro de uma empresa. Para tanto, atingir esse objetivo pode demandar algumas atitudes que algumas pessoas não concordam ou acreditam que é muita preocupação para pouca coisa.

seguranca-informacao-odeio-seguranca

As informações possuem, dependendo do ramo de atividade da empresa, um valor considerável cujo o custo de se manter uma certa proteção tem o seu retorno garantido. O empresário não pode correr o risco no seu negócio, acreditando que todas as pessoas que tem algum tipo de contato com informações privilegiadas não sofrerão assédio financeiro para vender algum tipo de documento restrito da empresa.
A cada dia que passa, quadrilhas especializadas em furtar informações empresariais estão recrutando pessoas para obterem informações de concorrentes e, assim, antecipar as decisões de investimento e lançamento de novos produtos no mercado.
Todavia, para evitar um acesso não autorizado, as empresas estão criando diversos controles que inibem ou, pelo menos, tentam amenizar as consequências de um vazamento de informação não autorizado, criando regras e controles de acesso à determinadas áreas dentro da empresa.
Entretanto, sabemos que a maioria das pessoas possuem um ódio às regras de restrição impostas para realizar o controle de segurança da informação que, em muitos casos, interferem na nossa liberdade de ir e vir, ler, escrever e falar. Só de imaginar que os e-mails da empresa podem ser monitorados, deixam os funcionários sempre em alerta sobre o que andam lendo e escrevendo nas mensagens eletrônicas – gerando um pouco de estresse no trabalho.
Levando essa questão da segurança um pouco para o nosso dia a dia, realmente ninguém gosta de ficar carregando um molho de chaves da casa, do carro, do escritório, etc. Muito menos ter que ficar lembrando de centenas de senhas que precisamos decorar: senha do cartão do banco, cartão de crédito, e-mail, compras on-line e tantas outras.
Essa irritação já é percebida quando vamos, por exemplo, entrar em um prédio público e precisamos passar pelo procedimento de cadastro de visitantes. É um tempo enorme ali dispensado para informar o nome completo, RG, CPF, endereço, o andar que vai visitar, falar com quem e, para piorar a situação, tirar aquela bendita foto justamente no dia que você não fez a barba ou não cortou o cabelo. Nem vou citar as condições femininas que dependendo do caso, desistem de entrar no prédio e retornam em outro dia com uns ajustes na maquiagem.
Reclamamos constantemente do processo de verificação de segurança nas portas giratórias dos bancos, isso quando não somos “travados” pela porta e temos que demonstrar que não somos criminosos e nem portamos armas de fogo. E para que isso? É a tal Segurança da Informação.
Em todo o momento nos é pedido uma confirmação se nós somos nós mesmos. Incrível! Ao longo do dia, quantas vezes você tem que se identificar e provar que você é você?!
Afinal, se não fosse assim, estaríamos vivendo em uma sociedade em que não teríamos identidade, seríamos mais um na contagem geral da população com acesso a tudo e a todos, ficando sem sentido a própria existência. Exagerada essa afirmação? Não sei, só sei que existe uma tal de Segurança da Informação e pela quantidade de vezes que tenho que me identificar que eu sou eu mesmo, as vezes fico me perguntando se eu também não…. odeio a segurança?!
Fonte:  http://www.profissionaisti.com.br

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

CRESCE PONTOS DE WI-FI PÚBLICO NAS GRANDES CIDADES.

Nova forma de se conectar à internet de forma gratuita se popularizou; conheça as medidas necessárias para navegar com segurança
Internet virou sinônimo de praticidade. Tudo que antes precisava ser feito presencialmente, migrou para a rede: compras, vendas, negociações e até boletins de ocorrência, tudo isso ao alcance das mãos, bastando alguns cliques.
A importância da rede cresceu tanto que agora não há somente uma forma de acessá-la. Quem chegou a ter que usar a conexão discada pode até se espantar com o salto que o mercado das comunicações deu em tão poucos anos. Se antes falar ao telefone e navegar na internet ao mesmo tempo era impossível, nos dias atuais, o acesso à internet ganhou outras dimensões. Entre os grandes avanços, está o Wi-Fi gratuito, que não se consagrou apenas como um desenvolvimento do ramo tecnológico, mas também estreitou os laços entre o real e o virtual e democratizou ainda mais a internet.

Imagem via Shutterstock
Imagem via Shutterstock

Os pontos de Wi-Fi gratuito estão espalhados por todo o mundo, principalmente nas metrópoles como, por exemplo, Londres, Nova York, Hong Kong, Paris e Macau. No Brasil, a iniciativa também ganhou força e, hoje, as grandes cidades já disponibilizam pontos de acesso a seus moradores.
Em São Paulo, a medida tem sido supervisionada pela Secretaria Municipal de Serviços com apoio técnico da PRODAM – Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo. A previsão é que sejam instalados cerca de 120 pontos em toda a cidade com conexão de até 512 Kbps.
Empresas também têm investido fortemente na instalação de pontos de Wi-Fi gratuitos em algumas cidades do país, como é o caso da Net, a empresa de telefonia, televisão e internet disponibiliza um aplicativo (disponível para sistemas Android e Apple), do qual é possível encontrar os locais de hotspot. No site da empresa (www.combomultinet.com/blog/wi-fi-livre-sao-paulo/) é possível encontrar mais informações de como acessar essa rede livre, sendo cliente ou não.

A segurança das redes

Embora os pontos de Wi-Fi públicos sejam muito interessantes, também exigem alguns cuidados. Por qualquer um ter acesso à rede, a probabilidade de interceptarem o sinal de seu aparelho e roubarem algumas informações é grande.
Evitar que situações assim aconteçam é muito importante, aliás, a prevenção é a melhor arma para afastar a ameaça de ter seus dados roubados. Algumas medidas simples podem ser tomadas para que isso não aconteça:
  • Não deixe que seu aparelho se conecte automaticamente às redes Wi-Fi próximas. Antes de permitir a acesso, verifique o nome da rede e, se possível, veja se mais alguém está conseguindo utilizá-la com segurança;
  • Evite utilizar sites que exijam senhas ou informações confidenciais, como páginas de bancos ou de compras de produtos que pedem dados de cartão de crédito e outras informações;
  • Outra forma de impedir que interceptem seus dados é ativando a opção “Sempre usar HTTPS” de seu aparelho, que cria uma camada de criptografia nos sites que estão sendo acessados;
  • Para manter suas imagens, vídeos e músicas em segurança, desative o compartilhamento de arquivos. Normalmente, a opção está na aba de configurações de acesso dos aparelhos eletrônicos.
Por Andreza Souza para  www.profissionaisti.com.br

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

54 CURSOS ONLINE E GRATUITOS EM TI – QUALIFIQUE-SE!


Num passado não muito distante o colunista Kellvyn Atary publicou aqui no PTI uma lista com os Os 50 melhores cursos grátis de TI de toda a Internet. Este artigo até hoje é um dos MAIS LIDOS e COMPARTILHADOS do PTI.
Passados 2 anos, a redação do PTI foi atrás de uma nova lista de outros cursos gratuitos de TI (Tecnologia da Informação) disponíveis na Internet para ajudar iniciantes e veteranos a enriquecerem seus conhecimentos. Vale ressaltar que alguns cursos são básicos e promocionais (para divulgar cursos pagos), mas, para aqueles que estão iniciando, todo novo conhecimento é válido. Afinal, CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS, não é mesmo?
Imagem via Shutterstock
Imagem via Shutterstock
Tal como o próprio Kellvyn pediu na época, se gostar deste artigo, não deixe de compartilhá-lo no Facebook, Twitter, LinkedIn, etc. Toda a ajuda na divulgação é importante, tanto para o PTI como para quem realmente precisa e deseja uma qualificação melhor para atuar no mercado de trabalho.

Abaixo segue nossa nova lista de Cursos Grátis de TI:

Gerenciamento de Projetos/Agile
Governança de TI/Projetos de TI
Segurança da Informação/Redes de Computadores
Virtualização/Cloud Computing
Programação (Mobile, Internet e Desktop)
Sistemas Operacionais/Administração de Sistemas
Banco de Dados/SQL
Idiomas
Nível Superior (Graduação)
Se você conhece mais algum bom curso grátis ou viu algum problema em algum link, por favor, deixe seu comentário abaixo!
Não deixe de compartilhar este conteúdo em suas redes sociais para ajudar outras pessoas.
Por:  http://www.profissionaisti.com.br/


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

19 DE OUTUBRO – DIA DO PROFISSIONAL DE TI

Desejamos a todos muita SAÚDE e cada vez mais SUCESSO em suas carreiras. Que continuem, assim como nós, a respirar informação e a ajudar a MANTER as engrenagens que MOVEM o mundo.


dia_profissional_ti_2015

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Celulares Android feitos pela LG são mais seguros, revela pesquisa.

Os celulares Android da LG foram considerados os mais seguros em uma pesquisa feita pela Universidade de Cambridge sobre a vulnerabilidade dos dispositivos móveis com o sistema do Google. O estudo concluiu que os aparelhos fabricados pela empresa sul-coreana apresentam a melhor estrutura no combate às possíveis falhas do sistema. Os resultados ainda comprovam a importância da fabricante do gadget na proteção contra malwares.
O estudo levou em conta três componentes para analisar cada fabricante: o número de aparelhos livres de vulnerabilidades críticas, a quantidade de celulares com updates para a versão mais recente do Android e quantas falhas sequer receberam correções em quaisquer dispositivos.
LG tem os smarts mais seguros, diz pesquisa (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Em primeiro lugar, é claro, ficaram os aparelhos da linha Nexus, independente da fabricante. Afinal, eles têm o chamado Android puro e recebem, antes de todos os concorrentes, as correções e atualizações feitas no sistema pelo Google – o que é um grande diferencial. Eles ganharam 5.2 na escala dos estudiosos.
Os mais seguros por fabricante são: LG, Motorola,Samsung, Sony, HTC e Asus, com pontuações de 4.0, 3.1, 2.7, 2.5, 2.5 e 2.4, respectivamente. Ou seja, para quem desenvolveu o estudo, os smartphones da LG apresentaram uma melhor proteção ao ambiente de vulnerabilidades a qual os celulares Android estão sempre sujeitos.
O estudo revelou ainda que atualmente 87% dos aparelhos com Android estão vulneráveis a, pelo menos, uma falha de segurança. E, mesmo com todos sabendo que a incidência de malware no sistema do Google é frequente, a média de updates de segurança que eles recebem é de apenas 1,26 ao ano.
por 
Para o TechTudo em 14/10/15

domingo, 11 de outubro de 2015

Teste do 5G no Japão alcança 3,6 Gbps em condições reais.





 Se você já reclama da velocidade da internet do4G (LTE), a mais rápida tecnologia de internet móvel atualmente no mercado, é só esperar um pouco mais: os testes com o 5G já estão em andamento e os resultados impressionam.
Em uma bateria de testes recentes feita no Japão, a fabricante Huawei e a operadora NTT DoCoMo atingiram uma velocidade de dados de 3,6 Gbps. As condições foram todas reais, ou seja, aplicadas fora do laboratório.
Para efeitos de comparação, a velocidade média do 4G no Brasil é, atualmente, de 16 Mbps. O 5G tem previsão de atingir a máxima de 20 Gbps — o que significa que qualquer conteúdo seria baixado em segundos
O teste é importante porque confirma que o 5G pode ser aplicado na atual infraestrutura de internet móvel, sem a necessidade de construção de toda uma nova base de tecnologia — essa foi a conclusão de marcas como Nokia e Samsung. A Huawei espera desenvolver a velocidade comercialmente antes de 2018, enquanto a NTT DoCoMo fala só em 2020.
FONTE(S)Huawei