quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Utilidades e Dicas
Fazendo seus cabos de rede - Parte 2 http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=298 |
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Aprendendo um pouco sobre Topologias de Rede http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=300 |
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Compartilhamento de Conexão Internet com Analog x Proxy http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=188 |
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O que é Bluetooth http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=383 |
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Gigabit Ethernet http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=462 |
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Compartilhe
sua conexão com a internet com o ICS
(Internet Connection Sharing) http://www.boadica.com.br/layoutdica.asp?codigo=110 |
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quarta-feira, 6 de junho de 2012
E se faltasse espaço na Internet? De fato, isso já está acontecendo.
Vint Cerf, Chief Internet Evangelist no Google e o pai da Internet, discute a próxima versão da Internet e explica por que precisamos dela.
Por que está começando a faltar espaço na Internet?
Assim como os telefones usam um sistema de números de telefone para efetuar as chamadas, cada dispositivo conectado à Internet recebe um número exclusivo conhecido como “endereço IP” que o conecta coma rede global on-line.
O problema é que o sistema atual de endereçamento da Internet, Internet Protocol 4 (IPv4), só tem espaço para cerca de 4 bilhões de endereços – longe de ser suficiente para os habitantes do planeta, sem falar nos dispositivos que estão on-line hoje e os que estarão no futuro: computadores, telefones, TVs, relógios, geladeiras, carros e por aí vai. Mais de 4 bilhões de dispositivos já compartilham endereços; com o esgotamento dos endereços IPv4 disponíveis, dispositivos e usuários da Internet precisarão compartilhar.
Como estamos abrindo espaço para crescer?
Está claro que a Internet precisa de mais endereços IP.Mais quantos, exatamente? Bem, que tal uns 340 trilhões de trilhões de trilhões (ou 340.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000)? É isso que cabe na nova "tubulação" da Internet, o IPv6. É o suficiente para que todos os habitantes do planeta tenham seus próprios bilhões de endereços IP. Em outras palavras, é suficiente para oferecer espaço infinito para a Internet crescer, de agora até o futuro previsível.
Quando vai acontecer a transição?
Substituir os encanamentos da Internet vai levar um tempinho. O lançamento mundial do IPv6, dia 6 de junho de 2012, marca apenas o início de uma implantação coordenada pelos principais websites e provedores de serviços e equipamentos de Internet. No Google, acreditamos que o IPv6 seja essencial para o bem-estar e o crescimento contínuos da Internet e que, permitindo que todos os dispositivos conversem entre si diretamente, o IPv6 possibilita novos serviços inovadores.
Você não precisa fazer nada para se preparar, mas se estiver interessado em aprender mais sobre o IPv6 e como apoiar sua implementação, consulte algumas perguntas frequentes.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Cartilha de segurança mostra como se proteger das armadilhas na rede
Rede social pode se transformar em fonte de dados para bandidos.
Antes de efetuar uma compra pela internet, confira se a empresa
realmente existe.
Se por um lado a internet é uma ferramenta para pesquisas ou para se relacionar à distância com outras pessoas, por outro, muitos usam o mundo virtual para cometer crimes. Uma cartilha divulgada sobre segurança na internet quer alertar o brasileiro sobre os perigos da rede.
Outras dicas de segurança na internet:
- Nas redes sociais não coloque dados pessoais, nem informe onde você está, para onde vai.
- Não adianta só instalar o antivírus. É preciso mantê-lo atualizado.
- Se for fazer compras pela internet, verifique primeiro se a empresa realmente existe. É possível fazer isso pela própria rede.
- Cuidado com as páginas de joguinhos em rede que você não conhece.
O problema dos vírus é tão sério que quem estuda direito digital defende a criação de leis contra isso, e que a propagação de vírus passe a ser considerada crime. “Existe a invasão de domicílio físico, mas não existe a invasão de domicílio eletrônico”, diz Rony Vainzof, professor de direito digital.
Navegar é preciso, arriscar-se não!
A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança na Internet. O documento apresenta o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet e fornece uma série de recomendações que visam melhorar a segurança de um computador.
Se por um lado a internet é uma ferramenta para pesquisas ou para se relacionar à distância com outras pessoas, por outro, muitos usam o mundo virtual para cometer crimes. Uma cartilha divulgada sobre segurança na internet quer alertar o brasileiro sobre os perigos da rede.
Outras dicas de segurança na internet:
- Nas redes sociais não coloque dados pessoais, nem informe onde você está, para onde vai.
- Não adianta só instalar o antivírus. É preciso mantê-lo atualizado.
- Se for fazer compras pela internet, verifique primeiro se a empresa realmente existe. É possível fazer isso pela própria rede.
- Cuidado com as páginas de joguinhos em rede que você não conhece.
O problema dos vírus é tão sério que quem estuda direito digital defende a criação de leis contra isso, e que a propagação de vírus passe a ser considerada crime. “Existe a invasão de domicílio físico, mas não existe a invasão de domicílio eletrônico”, diz Rony Vainzof, professor de direito digital.
Navegar é preciso, arriscar-se não!
A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança na Internet. O documento apresenta o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet e fornece uma série de recomendações que visam melhorar a segurança de um computador.
sábado, 2 de junho de 2012
Quatro super aplicativos para Android
Identifique ameaças no
seu smartphone, transforme imagens em QR Codes e evite discussões com
amigos com os apps com estes quatro super aplicativos para Android.
Data centers: entenda como funcionam essas verdadeiras fazendas de computadores
Pode acreditar: você não viveria no mundo de hoje sem essas máquinas
terça-feira, 22 de maio de 2012
O que mudará na USB 3.0 em relação a 2.0?
Confira as diferenças entre estas tecnologias e veja como a SuperSpeed USB promete mudar a sua vida.
Por Allan Valin para o http://www.tecmundo.com.br
São vários os dispositivos que já requerem uma grande velocidade de
transferência, no entanto, todos os outros poderão ser beneficiados pela
USB 3.0. Como exemplo, podemos citar HDs externos (imagine fazer um
backup do seu computador inteiro em menos de cinco minutos!), webcams
com imagem de alta resolução (vídeo-papos sem atraso de exibição),
câmeras digitais e, até mesmo, drives de Blu-Ray.
Com exceção do Windows 7, Linux e MacOS X, ainda não se sabe
exatamente em quais outros sistemas operacionais a SuperSpeed USB
funcionará, pois há a possibilidade de não haver compatibilidade entre a
tecnologia e SOs mais antigos. Mas uma coisa é quase certa: a chance de
a USB 3.0 ser compatível com Windows XP é pouca. O que é uma pena.
Apesar disso, talvez ela venha a ser compatível com o Windows Vista.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br
Por Allan Valin para o http://www.tecmundo.com.br
No início, tudo eram trevas: os disquetes reinavam soberanos, fitas
VHS era a única maneira de compartilhar vídeos, e ainda, para tirar
fotos era obrigatória a compra de filmes para a máquina fotográfica.
Contudo, com o advento dos cabos USB, máquinas digitais, aparelhos de
DVD e pendrives, todos aqueles itens foram, basicamente, aposentados.
Isso porque a transmissão de dados tornou-se muito mais fácil, uma vez
que eles se tornaram digitais (por exemplo: antes você ia a uma loja com
e pedia para copiar uma foto, agora basta enviá-la via email).
Apesar disso, a primeira versão de USB, a qual foi lançada em 1994, também não era das melhores se comparada ao que veio em seguida, porém era o suficiente naquela época (quando a taxa de transferência de dados exigida ainda não era muito grande). Assim como sua predecessora, a USB 2.0 (Hi-Speed USB) era muito útil e rápida quando lançada, todavia, isso aconteceu há mais ou menos nove anos!
A USB 3.0 (ou SuperSpeed USB) chegará ao mercado em um momento basicamente crítico em relação a transmissão de dados. Isso porque a tecnologia 2.0, a qual possui uma taxa de transferência de 480 Mbps (60 MB/s), já não está dando conta de transferir, por exemplo, vídeos em alta definição. Por sua vez, a USB 3.0 promete solucionar tal problema, uma vez que possuirá taxa de transferência de dados de 4,8 Gbps (600 MB/s), ou seja, dez vezes mais rápida que a tecnologia anterior!
A USB 3.0 possuirá quatro fios a mais dentro do seu cabo (totalizando
oito), os quais funcionarão de maneira a unicamente para enviar e
receber, ao mesmo tempo, dados para o computador.
Diferentemente de sua sucessora, a USB 2.0 possui somente quatro cabos, sendo somente dois deles para a troca de informações, ou seja, a “falta” de cabos faz com que os dados sejam enviados em somente uma direção, ou seja, eles saem do computador e somente depois de chegar ao dispositivo USB os dados contidos nele são enviados para o computador.
Em outras palavras: imagine que cada par de fios dentro do cabo seja um carteiro, o qual precisa ir até a central, pegar as cartas, para somente então voltar ao bairro para entregá-las. Com a USB 2.0 é a mesma coisa, ou seja, o carteiro vai para um lugar e depois volta, não podendo fazer ambas as coisas ao mesmo tempo. Já na USB 3.0 existem três carteiros, cada qual com sua rota e podendo ir e voltar independentemente dos outros dois. Não é muito mais prático?
Apesar disso, a primeira versão de USB, a qual foi lançada em 1994, também não era das melhores se comparada ao que veio em seguida, porém era o suficiente naquela época (quando a taxa de transferência de dados exigida ainda não era muito grande). Assim como sua predecessora, a USB 2.0 (Hi-Speed USB) era muito útil e rápida quando lançada, todavia, isso aconteceu há mais ou menos nove anos!
A USB 3.0 (ou SuperSpeed USB) chegará ao mercado em um momento basicamente crítico em relação a transmissão de dados. Isso porque a tecnologia 2.0, a qual possui uma taxa de transferência de 480 Mbps (60 MB/s), já não está dando conta de transferir, por exemplo, vídeos em alta definição. Por sua vez, a USB 3.0 promete solucionar tal problema, uma vez que possuirá taxa de transferência de dados de 4,8 Gbps (600 MB/s), ou seja, dez vezes mais rápida que a tecnologia anterior!
Diferentemente de sua sucessora, a USB 2.0 possui somente quatro cabos, sendo somente dois deles para a troca de informações, ou seja, a “falta” de cabos faz com que os dados sejam enviados em somente uma direção, ou seja, eles saem do computador e somente depois de chegar ao dispositivo USB os dados contidos nele são enviados para o computador.
Em outras palavras: imagine que cada par de fios dentro do cabo seja um carteiro, o qual precisa ir até a central, pegar as cartas, para somente então voltar ao bairro para entregá-las. Com a USB 2.0 é a mesma coisa, ou seja, o carteiro vai para um lugar e depois volta, não podendo fazer ambas as coisas ao mesmo tempo. Já na USB 3.0 existem três carteiros, cada qual com sua rota e podendo ir e voltar independentemente dos outros dois. Não é muito mais prático?
Continuando a analogia, nossos carteiros também receberam um “curso de
especialização”, pois agora são capazes de usar mais energia quando
necessário (para aparelhos que requerem mais eletricidade) e menos
quando desnecessário, como quando o computador entra em estado de
espera.
Além disso, a USB 3.0 funcionará em portas de USB 2.0, pois, digamos, o “carteiro” continua o mesmo, portanto ainda conhece os caminhos estreitos de antes (por “caminhos estreitos” entenda que a velocidade da USB 3.0 não será a máxima possível, por razões já citadas).
Além disso, a USB 3.0 funcionará em portas de USB 2.0, pois, digamos, o “carteiro” continua o mesmo, portanto ainda conhece os caminhos estreitos de antes (por “caminhos estreitos” entenda que a velocidade da USB 3.0 não será a máxima possível, por razões já citadas).
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Mais da metade dos brasileiros não sabe ou não quer utilizar a internet
33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a web, e 64% consideram a ferramenta desnecessária

Apesar da inclusão digital, novos números sobre a internet no Brasil revelam dados preocupantes. De acordo com um estudo feito pela Fundação Telefônica, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e a operadora Vivo, 64% dos brasileiros consideram que o uso da web não é necessário, ou mesmo não sabem como utilizá-la.
33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.
"Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante", afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. "A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador."
No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.
Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.
Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. "A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País", disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.
Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).
fonte: www.olhardigital.com.br
Apesar da inclusão digital, novos números sobre a internet no Brasil revelam dados preocupantes. De acordo com um estudo feito pela Fundação Telefônica, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e a operadora Vivo, 64% dos brasileiros consideram que o uso da web não é necessário, ou mesmo não sabem como utilizá-la.
33% das pessoas disseram que não possuem interesse em usar a internet. Para se ter uma ideia do tamanho da exclusão digital do povo brasileiro, em Florianópolis (considerada umas das capitais com maior inclusão do País), 62% da população disse que não acha necessário utilizar a internet com frequência. No Rio de Janeiro, este índice é de 54%. Outros 31% dos entrevistados na pesquisa simplesmente não sabem usar a internet.
"Ter o computador em casa não significa que ele está sendo usado. É indicativo, mas não é suficiente. Ter dinheiro também não é tão importante como se imagina. Educação é o fator determinante", afirmou Marcelo Cortes Neri, professor do Centro de Políticas Sociais da FGV e coordenador do projeto. "A pesquisa mostra que não basta subsidiar computadores e construir centros de internet para combater a exclusão digital. É preciso investir em educação básica de qualidade. Se formos pensar em políticas de inclusão digital, temos de convencer as pessoas da importância da internet. Quando falta educação, não adianta ter computador."
No Nordeste, uma das regiões menos favorecidas do Brasil, grande parte das pessoas disseram que não usam a internet por não conhecer o seu funcionamento. Em João Pessoa (PB), por exemplo, 46% dos entrevistados alegaram a falta de uso por não saber como manusear a tecnologia.
Já na região Norte a situação é ainda mais alarmante. Lá, o maior problema não é a falta de interesse ou não saber trabalhar com a web, mas sim a falta de computadores disponíveis. No relatório da FGV, o Amapá foi considerado o Estado com pior índice de acesso à internet no País.
Para a Fundação Telefônica, o estudo dá subsídios para traçar novas estratégias no crescimento da rede de internet banda larga pelo país. "A inclusão digital é vista por nós como uma forma de inserção social e faz parte do negócio da companhia. Esta pesquisa é importante para a aceleração do crescimento da internet no País", disse Luciene Dias, diretora regional da Vivo.
Os estados do Brasil com melhor acesso domiciliar são Distrito Federal (58%), São Paulo (48%), Rio de Janeiro (43%), Santa Catarina (41%) e Paraná (38%). Já os de pior taxa são Maranhão (10%), Piauí (12%), Pará (13%), Ceará (16%) e Tocantins (17%).
fonte: www.olhardigital.com.br
terça-feira, 15 de maio de 2012
Corporações prometem destruir redes p2p.
Uma
empresa russa desenvolveu um software que diz ser capaz de impedir as
pessoas de baixarem conteúdo via sistema p2p, em especial via sistema
Torrent. A idéia é impedir o compartilhamento de conteúdo pirata.
Basicamente
a ferramenta se apresenta como usuário e sobrecarrega a rede causando
desconexões e paralisação do sistema. A ideia é sabotar as redes p2p
inviabilizando seu funcionamento.
O
aplicativo Pirate Pay começou a vida como software de gestão de tráfego
para os provedores de internet. Aos poucos os desenvolvedores foram
percebendo que poderiam usar o aplicativo para inundar as redes
peer-to-peer com informações falsas.
Com
a potencialidade de sabotar os sistemas p2p a empresa apresentou a
solução para corporações como Walt Disney, Sony Pictures e Microsoft.
Segundo notícia veiculada na BBC a empresa russa teria conseguiu o apoio
da Microsoft que possui projetos conjuntos com a Disney e a Sony
Pictures.
A previsão é que em alguns
meses uma série de sabotagens contra as redes p2p possa inviabilizar seu
funcionamento. O aplicativo já está pronto, segundo declaração da
empresa russa.
Ao que parece, existe
uma boa probabilidade das gigantes do entretenimento disponibilizar a
estrutura necessária para os ataques, ainda que neguem oficialmente o
ato.
A tecnologia recebeu altos
elogios do presidente da Microsoft Rússia e o aplicativo Pirate Pay foi
premiado com um milhão de rublos retirados de um fundo de investimento
da Microsoft.
A guerra contra a pirataria cresceu e ganhou força, agora já se fala em sabotagem e ataques tecnológicos pela internet.
Segundo
o pesquisador de segurança Richard Clayton, da Universidade de
Cambridge, “A questão social da pirataria é que muita gente pensa que as
ofertas legais são muito caras e não oferecem o que eles precisam,
quando as fornecedoras resolverem isso, ninguém vai se dar ao trabalho
de ficar mexendo em complexos aplicativos para piratear algo que se está
satisfeito.”.
Seja como for, parece que a guerra apenas está iniciando.
Saiba mais em: http://www.bbc…
Fonte: PiratePay
sábado, 5 de maio de 2012
Forbes divulga lista das empresas de tecnologia mais poderosas do mercado LinkedIn está no topo do ranking, seguido da Apple e ao lado de sites inusitados como o Ancestry.com e o Shutterfly
A revista Forbes
divulgou sua lista anual com as 25 maiores empresas de tecnologia do
mundo. Na lista, estão diversas companhias desenvolvedoras de softwares
corporativos, empresas focadas na indústria da saúde e até sites
inusitados como o Ancestry.com, que permite que as pessoas chequem sua
árvore genealógica, e o Shutterfly, que oferece serviços de fotos
online.
A Apple está em segundo lugar no ranking, o que foi uma surpresa para a publicação, já que o crescimento da fabricante tem alcançado a média surpreendente de 43% ao ano. Mas, de acordo com a revista, existem muitas empresas fascinantes no circuito e, portanto, mesmo a companhia mais quente do momento não conseguiu faturar o primeiro lugar.
Quem está no topo da lista é o LinkedIn, que apresentou um excelente crescimento médio nos últimos três anos. Segundo a Forbes, a rede corporativa cresceu 115% nos últimos 12 meses e suas ações aumentaram 144% desde o seu IPO, que ocorreu no ano passado. Por conta disso, ela é a atual campeã.
Veja o ranking completo abaixo.


A Apple está em segundo lugar no ranking, o que foi uma surpresa para a publicação, já que o crescimento da fabricante tem alcançado a média surpreendente de 43% ao ano. Mas, de acordo com a revista, existem muitas empresas fascinantes no circuito e, portanto, mesmo a companhia mais quente do momento não conseguiu faturar o primeiro lugar.
Quem está no topo da lista é o LinkedIn, que apresentou um excelente crescimento médio nos últimos três anos. Segundo a Forbes, a rede corporativa cresceu 115% nos últimos 12 meses e suas ações aumentaram 144% desde o seu IPO, que ocorreu no ano passado. Por conta disso, ela é a atual campeã.
Veja o ranking completo abaixo.
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