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sábado, 21 de janeiro de 2012

Banda larga popular já está disponível em quase 700 municípios.

Pacotes de 1 Mb são oferecidos a R$ 35 mensais e fazem parte do Plano Nacional de Banda Larga.

 

Banda larga popular chega a mais 221 cidades brasileiras. (Fonte da imagem: Divulgação/Ministério das Comunicações)

O Ministérios das Comunicações anunciou que moradores de mais 221 cidades já podem acessar a internet pagando menos. Com isso, chega a 692 o número de cidades contempladas com a oferta do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), política do Governo Federal que incentiva as operadoras a oferecerem conexão banda larga com a internet a um preço mais baixo para universalizar o acesso.
As informações foram divulgadas pelo MiniCom na última sexta-feira (20) e fazem parte do acompanhamento detalhado que a pasta faz sobre a comercialização do PNBL. O próximo passo é divulgar o número de pontos de acesso comercializados em todo o país. Os planos são oferecidos pelas empresas Telefonica, Oi, CTBC e Sercomtel, e nos estados que abriram mão da cobrança da CPMF, o valor pelo plano básico de 1 Mb cai para R$ 29,90 por mês.
Para ver a lista completa e atualizada de municípios que têm disponível a banda larga popular, acesse a página oficial no site do Ministério das Comunicações.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Indícios de um computador infectado por vírus.

Navegar na internet pode ser muito perigoso! Segundo estudos da empresa de segurança AVG, no mundo 1 em cada 100 computadores em média têm chances de ser contaminado por vírus, um número significativo levando em consideração o tamanho da rede mundial de computadores.
Nesse sentido podemos tomar medidas de segurança para evitar contaminações, como a instalação de programas antivírus e o cuidado ao acessar sites e baixar arquivos. Mais quando um pc está infectado ele apresenta sinais de contaminação? Sim existem indícios e vamos identificar os mais comuns neste artigo.

1 – Computador Lento

Além de outros problemas, a performance de um pc pode ser afetada por vírus, já que estes na maioria dos casos executam tarefas que consomem muitos recursos e prejudicam o desempenho do computador.
Aumente o desempenho do seu computador

2 – Mensagens de Aviso

Começam aparecer com frequência janelas pop-ups informando que o computador está infectado e que há a necessidade de baixar um programa específico para protegê-lo. Essas mensagens são de falsos antivírus, que recomendam um programa cheio de spywares com o objetivo de roubar seus dados pessoais.

3 – Programas ou aplicativos não iniciam

Ao executar um arquivo ou programa ele demora a iniciar ou simplismente não abre, significa claramente que há uma infecção de spyware que impede o funcionamento do software no modo normal, salvo as exceções de programas que não são compatíveis com sistemas operacionais mais novos como o Windows 7 e precisão de permissão.

4 – Arquivos desaparecem

Esse é um dos maiores problemas de um computador infectado, os arquivos pessoais são apagados ou ocultados e em alguns casos movidos para outro local sem a autorização do usuário.

5 – Barras suspeitas nos navegadores

É normal alguns programas instalarem barras de ferramentas nos navegadores, até mesmo os gigantes de busca como Google e Yahoo fazem isso. Mas sempre desconfie delas, pois malwares instalam essas ferramentas para gravar todo histórico de navegação e utilizá-lo de forma prejudicial.


Rodrigo Silva

Palavras mágicas fazem o site do Google girar 360º. Confira a novidade

A expressão “Do a barrel roll”, significa o movimento que um avião faz ao girar 360º. O recurso é conhecido com um “easter egg” do Google, o apelido para funções curiosas escondidas nos serviços dos softwares. Para fazer a “mágica” abra uma janela ou aba e digite “Do A Barrel Roll” na página inicial do Google e veja o poder do recurso em ação.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O perigo oculto das telas touch!!!

Você pode nem imaginar, mas telas touchscreen são responsáveis por problemas na coluna e nos pulsos. E isso é só o começo.



Uma tela e muitos comandos. Assim poderia ser descrita a tecnologia das telas sensíveis ao toque, que a cada dia estão mais presentes na vida dos consumidores. Mas será que a utilização desses equipamentos oferece algum risco à saúde humana? Infelizmente, a resposta é “sim”, pois há uma série de problemas que podem ser causados ou agravados pela utilização dos eletrônicos touchscreen.
Conheça agora quais são as doenças mais comuns que podem ter a causa relacionada à utilização de telas sensíveis ao toque. Boa parte dos problemas está nas articulações e juntas, muito mais por falhas de postura dos usuários do que outra coisa. Aproveite para verificar se você não comete alguns desses “pecados” com seus gadgets.

Lesão por Esforço Repetitivo

Infelizmente, a utilização de aparelhos portáteis não é uma das mais confortáveis. Devido ao pouco espaço disponibilizado para digitações, por exemplo, fica complicado realizar movimentos amplos e saudáveis. Quando digitamos uma mensagem, articulamos pouco nossos dedos e pulsos.
Essa repetição de movimentos é uma das principais causas para doenças ortopédicas, como a Lesão por Esforço Repetitivo (a famosa LER). Para evitar esse tipo de problema, recomenda-se o alongamento das mãos e braços, além da adoção de intervalos na utilização dos aparelhos. Dessa forma, evita-se o acúmulo de carga sobre apenas alguns dedos.

Outra doença relacionada à utilização de celulares é a Síndrome de De Quervain. Apresentando sintomas muito mais intensos do que a LER comum, esta síndrome pode levar ao enrijecimento das juntas entre pulso e polegar, impedindo que os portadores consigam realizar digitações por muito tempo, além de atrapalhar a vida em vários outros momentos.
Quando falamos em computadores touchscreen, também vemos alguns problemas sérios, mas não tão relacionados à digitação. Em frente aos notebooks e desktops com tela sensível ao toque, a falta de apoio para os braços pode fazer com que o pulso seja sobrecarregado e muitas dores apareçam.

Lesões de postura

Utilizar um computador exige uma mesa. Notebooks exigem pelo menos um apoio no colo. E smartphones e tablets? Bem, eles permitem que as pessoas fiquem deitadas enquanto os utilizam. Enquanto uns chamam isso de conforto, ortopedistas de todo o mundo afirmam que a falta de postura é um veneno para o corpo humano.
A coluna vertebral não é maleável, mas ficar por muito tempo em determinadas posições pode forçá-la a se adequar para evitar dores. Só que isso está muito longe de ser uma solução, afinal de contas, durante a maior parte do tempo, precisamos estar com as costas retas. Nesses momentos, surgem as fortíssimas dores nas costas, causadas por deformações como escoliose, lordose e cifose.
(Fonte da imagem: Reprodução/Só Biologia)
O pescoço também pode sofrer com a postura. Quem costuma utilizar os gadges deitado de bruços, com o travesseiro sobre o queixo para facilitar a visualização, sabe bem do que estamos falando.
Também existe um problema relacionado à digitação. Ao contrário do que acontece com teclados físicos, telas touchscreen não apresentam resistência das teclas, fazendo com que nós apliquemos mais força do que o necessário em vários momentos. Principalmente em tablets, isso pode causar alguns problemas no pulso – tudo devido à falta de apoio. Se estivermos em postura inadequada, isso pode ainda gerar mais lesões.

Fadiga ocular

Tente ler por 30 minutos na tela do computador e depois faça o mesmo com um livro. Você já fez esse teste? Mesmo que nunca tenha feito, deve saber que as telas eletrônicas causam muito mais cansaço para a vista do que as páginas de um livro impresso, não é mesmo? Isso acontece porque luminosidade pode realmente incomodar.

Aparelhos touchscreen fazem o mesmo, mas com a complicação de estarem muito mais próximos dos olhos do que outros eletrônicos – ainda mais quando falamos de smartphones. Mas é preciso deixar claro que a grande maioria dos gadgets especializados em leitura não  o mesmo, pelo menos aqueles que são produzidos com telas e-ink (Kindle, por exemplo).

Proliferação de germes

Já foram publicados vários estudos relacionados à presença de micróbios em aparelhos eletrônicos – principalmente devido à utilização dos aparelhos em banheiros. Mesmo assim, há muita gente que não considera os micro-organismos que existem nas telas como reais ameaças para a saúde.
Quando a utilização dos dispositivos é compartilhada, os riscos são ainda maiores. Controlar aplicativos e depois coçar olhos ou boca pode fazer com que muitos germes sejam colocados para dentro do seu corpo. Lembre-se sempre de que existem grandes possibilidades de alguém ter tossido sobre a tela touchscreen – ou utilizado o aparelho depois de ir ao banheiro, sem lavar as mãos corretamente.
.....
Você já cometeu alguns dos erros descritos acima? Ainda há tempo para reverter a situação. Basta que você se lembre sempre de manter a postura correta, fazendo intervalos na utilização e também higienizando suas mãos, sempre que utilizar os aparelhos (ainda mais se eles forem compartilhados).

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ultrabooks, Conheça a Nova Categoria de 'Laptops Compactos'


Você sabia que wireless e wi-fi não são a mesma coisa?



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Não se assuste se você achava que wireless e wi-fi são a mesma coisa, pelo menos você não é minoria :D .  Mais que isso, algumas pessoas afirmaram que ambas as palavras representam a mesma coisa, o que não é verdade. Descubra neste post que wireless e wi-fi não são a mesma coisa e saiba os detalhes que estão por trás da diferença conceitual (e prática) entre ambas as palavras.


O que é uma conexão wireless?

Se traduzirmos o nome wireless ao pé da letra descobriremos que ele significa sem fio. Portanto, conexões wireless são todas as conexões que ocorrem sem o uso de fios,  mas as conexões que se estabelecem entre o seu controle remoto e sua TV, entre o seu celular e as torres das operadoras e entre o rádio da polícia e a central de operações, também são conexões wireless.
Concluímos então que todo tipo de conexão que não usa fios para se estabelecer pode ser chamada de conexão wireless, ok?

E o que são conexões wi-fi?

Conexões wi-fi são todas aquelas que obedecem ao padrão IEEE 802.11 e suas variantes (a,b,g,n). Para quem não entende muito de padrões, as conexões 802.11 são aquelas que fazem com que possamos acessar a Internet em casa, no aeroporto, no hotel… Enfim, é o tipo de conexão wireless mais conhecido por nós.
Se você usa 3G para acessar a Internet, saiba que este tipo de conexão é wireless, mas não wi-fi
O nome wi-fi foi dado pela então WECA (Wireless Ethernet Compatibility Alliance) que posteriormente passaria a se chamar Wi-fi Alliance. Essa “aliança” inicialmente era composta por empresas como 3Com, Nokia e Lucent Technologies e tinha como objetivo organizar junto ao IEEE as questões normativas e de padronização das tecnologias wireless para comunicação entre computadores. Atualmente a Wi-fi Alliance conta com mais de 300 empresas membros.

De onde veio esse nome?

Extraoficialmente dizem que o nome wi-fi significa Wireless Fidelity, mas a Wi-fi Alliance não confirma a informação.
Resumindo a ópera, podemos concluir que:
  • Independente da tecnologia, basta a comunicação ocorrer sem o uso de fios para ser chamada de wireless;
  • O nome wi-fi tem dono e identifica as conexões que funcionam sobre o padrão IEEE 802.11;
  • Toda conexão wi-fi é wireless, entretanto, nem toda conexão wireless é wi-fi.
  • Tanto faz chamar a conexão sem fio da sua casa de wireless ou wi-fi, a diferença é que wi-fi é mais específico.
Espero que a diferença entre wireless e wi-fi tenha ficado bem clara pra vocês.

sábado, 14 de janeiro de 2012

6 tecnologias fracassadas surgidas na CES (Consumer Electronics Show)

Conheça alguns produtos que eram ótimas ideias, mas chegaram ao mercado muito à frente do seu tempo.


Não basta um produto ser excelente, é preciso também que ele atenda as necessidades dos consumidores no mercado, o que nem sempre acontece. Esse é o caso de alguns aparelhos lançados na CES que, embora promissores, acabam não vingando por estarem muito à frente do seu tempo.
O site Mental Floss preparou uma lista com alguns desses equipamentos que poderiam ter sido um grande sucesso na época ou que posteriormente ganharam versões melhores e mais eficazes, mas que por terem chegado ao mercado na hora errada acabaram acumulando pós nas prateleiras.

Sony Data Discman (1991)

 
(Fonte da imagem: Mental Floss)

Há pouco mais de 20 anos, a Sony teve a ideia de criar uma espécie de leitor digital. O dispositivo foi batizado de Sony Data Discman e chegou apenas às lojas do Japão do US$ 450. Com tela de 3,5 polegadas, o display que seria utilizado para leitura de livros, visualização de imagens e, claro, ouvir CDs, acabou se mostrando um fracasso. Anos depois, os leitores digitais se tornaram uma verdadeira febre entre os consumidores.

AT&T VideoPhone 2500 (1993)

 
(Fonte da imagem: Mental Floss)

A ideia de poder conversar com alguém por telefone vendo a imagem de quem está do outro lado da linha sempre pareceu bastante atrativa. Em 1993, a AT&T apostou nisso com o Video Phone. A iniciativa, que hoje é comum nos smartphones modernos, não vingou e o produto — que custava absurdos US$ 1,5 mil — acabou saindo do mercado antes da hora.

Sega Activator (1993)

 
(Fonte da imagem: Mental Floss)

Considerado um dos priores acessórios já feitos para video game, o Sega Activator pode ser considerado um embrião distante do Kinect. O aparelho nada mais era do que um octógono colocado no chão que permitia ao jogador ter os seus movimentos capturados enquanto jogavam. O acessório era adaptado ao Mega Drive, mas a resposta aos comandos era péssima. Logo, não durou muito.

AT&T Edge 16 (1993)

Jogar online com seu amigo hoje é algo bastante comum, mas 1993 essa possibilidade não só era remota como também não atraia muita gente. Pensando nisso, a SEGA, em parceria com a AT&T, lançaram um dispositivo chamado Edge 16, que permitia aos jogadores se conectarem via telefone para jogar games em dupla no Mega Drive. Adivinhe o que aconteceu? Ninguém deu bola para a ideia.

Commercial Brake (1994)

Em 1994 um produto foi anunciado como revolucionário em termos de entretenimento. O Commercial Brake permitiria que o consumidor ao gravar em fitas VHS a programação da TV pudesse automaticamente suprimir os intervalos comerciais. A ideia ganhou muita publicidade e dois anos depois o produto chegou ao mercado. Pena que no mesmo ano o DVD também chegou às lojas e as fitas VHS aos poucos foram deixando de existir.

The Listen Up Player (1997)

 
(Fonte da imagem: Mental Floss)

Primeiro player de MP3 do mercado, o The Listen Up Player chegou aos consumidores em uma época em que muito pouca gente tinha arquivos de áudio em MP3. Por isso, embora interessante, o portátil vendeu apenas 25 unidades, saindo de linha rapidamente. Anos depois os MP3 Players se tornariam quase indispensáveis, mas aí já era tarde demais para o The Listen Up.

Aposta Tecmundo: Fiona Project (2012)

 
(Fonte da imagem: Baixaki / Tecmundo)

Os tablets são a mais nova febre do mercado. Mas que tal um tablet tão potente que seja capaz de rodar jogos de PC e ainda disponha de dois joysticks? A ideia pode parecer boa em um primeiro momento, mas na prática pode não funcionar tão bem assim, como pudemos conferir em nossa análise do Razer Fiona.
É bem provável que dentro de dois anos, prazo máximo previsto para o produto chegar ao mercado, o nível gráfico do tablets já tenha evoluído e jogos próprios para o formato se saiam melhor do que jogos feitos para PC e adaptados para as telas touch. Além disso, carregar controles e equipamentos pesados vai de encontro à proposta dos portáteis. Entretanto, se a ideia vai vingar, só o tempo poderá dizer.

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que é wireless?

Conexão é a palavra-chave do momento. Saber o que é wireless e entender a diferença dessas tecnologias sem fio não é mais um simples capricho, mas uma necessidade real. Seja em smartphones, tablet’s, netbooks ou notebooks, todos querem ter acesso à informação. E como isso é feito longe do computador? O principal meio é a Internet Wireless.

O QUE É WIRELESS?

A tecnologia Wireless significa “sem fio” (em livre tradução), e possibilita a transmissão da conexão entre pontos distantes sem precisar usar fios (como telefones sem fio, rádios ou o seu celular). Essa tecnologia engloba uma série de outras, sendo a mais comum delas a Wi-Fi. Conheça algumas delas:
IrDA – transmissão de dados por um adaptador infravermelho, não possui armazenamento de dados. Somente envio e recebimento.
BlueTooth – muito utilizada em celulares e smartphones, permite com que se troque informações com muita facilidade. Seu ponto negativo é a necessidade de estar muito perto do dispositivo para haver a conexão.
RONJA – transmite dados usando feixes de luz.
WI-FI – seu acesso se dá por um ponto de acesso conhecido como Hotspot, e é possível acessar qualquer dispositivo por sua rede.
Conexão via Wi-Fi (Foto: Reprodução/ Teresa Furtado) 
Conexão via Wi-Fi (Foto: Reprodução/ Teresa
Furtado)
COMO FUNCIONA
Essa transmissão se dá da seguinte forma: a partir de um ponto no qual há uma internet tradicional, é instalado uma antena e um rádio de transmissão que envia sinal em alta frequência para determinada distância. Essa difusão pode ser aberta (qualquer um acessa, sem senha) ou fechada (é necessário obter o código de acesso).
USOS
Essa tecnologia vem sendo amplamente utilizada por estabelecimentos como cafeterias, restaurantes, pubs, aeroportos e muitos outros. Para saber se o que você está frequentando possui, fique atento às placas com o ícone acima. Se possuir, peça ao atendente a senha de acesso.
Muitas famílias também têm adotado a tecnologia em residências, principalmente quando a família é grande ou há vários dispositivos para se conectar à internet. Esse tipo de rede elimina a necessidade de se fazer uma rede complexa com muitos fios espalhados pela casa.
Empresas também são locais onde se encontram redes wireless, mas nem sempre elas são abertas aos funcionários. É comum possuírem esse tipo de tecnologia para reuniões e visitantes.
LIMITAÇÕES
O único tipo de limitação apresentada pela tecnologia Wireless é a velocidade máxima que o roteador suporta, e a quantidade de dispositivos conectados ao mesmo tempo.
Teresa Furtado

Intel destaca ultrabooks que privilegiam toque na tela

Empresa anunciou novidades da categoria durante a CES 2012.
Novos computadores são mais rápidos, mais finos e mais potentes.

 

Gustavo Petró Do G1, em Las Vegas (EUA)
Modelo de ultrabook usando o processador 'Ivy Bridge', da Intel (Foto: Gustavo Petró/G1) 
Modelo de ultrabook usando o processador
'Ivy Bridge', da Intel (Foto: Gustavo Petró/G1)
 
Em vez de focar em sua nova linha de processadores, a Intel preferiu tentar mostrar por que os consumidores "precisam" de um ultrabook em sua apresentação nesta segunda-feira (9) na abertura da Consumer Electronic Show (CES) 2012. O termo ultrabook foi criado pela Intel para designar esses notebooks potentes e muito finos (com cerca de 18 milímetros de espessura)  que, para a empresa, não seriam "apenas" computadores. Eles unem as funções de PC, tablet, assistente digital, tradutor instantâneo e sensor de movimentos.
De acordo com a companhia, em 2012 haverá a segunda grande onda de ultrabooks –a primeira aconteceu há cerca de quatro meses, quando os primeiros aparelhos do tipo chegaram ao mercado. A Intel promete lançar ao menos 60 novos modelos, a partir do segundo semestre.
O carro-chefe desta categoria de aparelhos atende pelo nome -- difícil -- de Nikinshki. O protótipo da Intel, que, por sinal, possui o chip Ivy Bridge, apelido da terceira geração de processadores Intel Core, e roda o sistema operacional Windows 8, é muito fino e rápido. Ao lado do teclado, possui uma tela sensível ao toque. "80% das atividades que realizamos no PC não exige teclado nem mouse. É muito mais natural tocar na tela", diz Mooly Eden, vice-presidente de produto da Intel.
O Nikinshki tem uma touchpad, aquela área nos notebooks em que passamos o dedo para controlar o mouse, transparente. O usuário pode usar toda a sua extensão para controlar o ponteiro na tela, mas também poderá tocá-la para acessar sites, e-mails, e programas , por exemplo. O destaque é que, quando o ultrabook está fechado, a área transparente permite visualizar parte da tela, que apresentará conteúdo que o usuário precisa acessar rapidamente como agenda de compromissos, mensagens, notícias ou o que ele desejar configurar. Ainda não há previsão de lançamento do Nikinshki.
A tela sensível ao toque é outro recurso que a Intel deseja que os todos os ultrabooks tenham, trazendo esta categoria de notebooks para mais perto dos tablets
Kinect no notebookUsar movimentos para jogar games e acessar conteúdos também será outra função disponível nos ultrabooks. A câmera do computador, tal qual o Kinect, acessório do videogame Xbox 360 que capta o movimento dos jogadores e transmite para os games, dispensando o joystick, irá reconhecer gestos do usuário. Uma das utilidades é poder navegar pelos mapas do Google Earth apenas movendo as mãos ou jogar um game movimentando os braços.
Embora o sistema funcione em games, a experiência com o Kinect no Xbox 360 para navegar por menus e usar aplicativos como o Netflix, sistema on-line de aluguel de filmes, apenas com gestos não é tão prática. A Intel ainda precisará entender se os usuários irão usar os gestos ou optarão por apenas tocar na tela.
O 'Siri' dos ultrabooks
Durante o evento, a Intel anunciou parceria com a empresa Nuance, para trazer o reconhecimento de voz para todos os ultrabooks com seus processadores sem a necessidade de usar um microfone externo. Assim como acontece no 'Siri', do iPhone 4S, da Apple, o usuário poderá "conversar" com o seu computador para obter as informações que deseja, como previsão do tempo ou encontrar um arquivo, por exemplo. Cerca de 8 idiomas, incluindo o português, serão compatíveis.
A Nuance afirmou que trabalha em um tradutor simultâneo para os ultrabooks, permitindo que alguém fale uma frase em português (uma das línguas com suporte no sistema) e ela seja traduzida instantaneamente para inglês, espanhol ou chinês. A tecnologia, contudo, está em fase de testes e ainda não tem data para ser incorporada aos aparelhos, que devem chegar às lojas no segundo semestre de 2012, segundo Eden.
Segurança para transaçõesA Intel apresentou uma nova versão da tecnologia Identity Protection, que protege o ultrabook contra roubos. Os bancos, sites de pagamento e lojas on-line têm no notebook uma espécie de chave de acesso única, garantindo a segurança das transações. A autenticação dos dados do usuário fica registrada no computador, fazendo com que ele realize pagamentos com seu cartão de crédito -- previamente registrado -- apenas no aparelho. Caso o cartão seja roubado e o ladrão tente utilizá-lo em outro computador, a transação não será efetuada.
O objetivo, segundo a empresa, é evitar fraudes em transações on-line, protegendo o usuário inclusive de malwares que podem tentar roubar seus dados pessoais e financeiros.

Entenda a diferença das HDTVs de 2K, 4K e 8K

Esqueça a ideia que aquela sua HDTV que você comprou no Natal, fruto das economias de um ano inteiro, é a última palavra em termos de alta definição de imagem. Lá fora, já estão em desenvolvimento produtos que prometem entregar uma definição ainda maior para filmes, programas de TV e eventos esportivos. E no futuro, a sua TV Full HD terá a mesma importância que uma TV de CRT tem hoje.
Neste post, vamos explicar de forma breve quais as diferenças básicas entre os novos formatos de resolução de imagem, e o quanto elas estão distantes (ou não) de nossa realidade comercial. Para começar, a primeira coisa que você precisa saber é que estão em desenvolvimento pelo menos três novos formatos de imagem, a 2K, a 4K e a 8K, e elas não se diferenciam apenas no tamanho.

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Formatos e resoluções das HDTVs que chegarão em breve ao mercado (Foto: Reprodução/Gizmologia)

Mas antes, uma explicação

Vale a pena explicar algumas coisas para aqueles que não estão muito familiarizados com o assunto. Vamos usar muito nesse texto a letra “K” como elemento de medida. No nosso caso, “K” se refere à resolução vertical em quantidade de linhas (pixels) das imagens. No nosso caso, um K equivale a 1024 unidades, por se tratar de um sistema digital (se o assunto fosse Física, um K é igual a 1.000 unidades). E, para simplificar, vamos apenas usar os termos 2K, 4K e 8K, mas com o cuidado de colocar as resoluções em cada uma delas, para que o comparativo seja mais completo e prático.
Resolução 2K (2048 x 1080p)
A resolução 2K é aplicada à imagens que contam com 2.048 pixels de resolução horizontal. Foi idealizado pelo DCI (Digital Cinema Initiative, consórcio formado pelos principais estúdios de Hollywood) no final da década de 1990, e a partir dos meados dos anos 2000, começou a fazer parte da primeira geração das telas de cinema digital e nas salas IMAX.

imax 
Primeiras salas de cinema IMAX utlizam a resolução 2K (Foto: Reprodução / Cinemação)

Uma imagem em 2K possui resolução de 2048 x 1080 pixels. A título de comparação, essa resolução é um pouco maior do que a resolução presente na HDTV da sua casa, que é de 1920 x 1080p. Poucas TVs hoje são comercializadas com a resolução 2K. O motivo é que temos pouquíssimas produções televisivas e transmissões ao vivo exibidas nesse formato, que como já informamos anteriormente, foi concebido para ser utilizado nas salas de cinema.
Essa resolução também oferece um problema de distorção de imagem em telas maiores, já que boa parte dos conteúdos exibidos ainda estão em Full HD. No caso de algumas salas de cinema, os filmes já estão planejados para esse formato de imagem, mas ao longo dos anos, não se pensou em trazer essa tecnologia para as salas de casa. Logo, o salto dessa plataforma para as residências nunca se justificou.
Até o momento em que criaram a resolução 4K
Resolução 4K (4096 x 2160p)
Aqui, a coisa muda de figura, para o cinema, para a tela do seu computador, e para a TV que você terá na sua casa no futuro. A reprodução das imagens nesse formato é, no mínimo, quatro vezes maior que as TVs Full HD atuais. É como se você tivesse um quadrado formado por quatro telas de 1920 x 1080p. Na verdade, é bem melhor que isso.
O formato 4K começou a ser adotado nas salas de cinema em 2006/2007, e criou uma verdadeira revolução no setor, já que a definição da imagem era muito maior do que a imagem em 2K. Além disso, a proporção da imagem é mais ajustada, permitindo que você projete vídeos em telas muito grandes, mas sem uma perda visível na resolução das imagens. Filmes como “Avatar” se beneficiaram diretamente do desenvolvimento da resolução 4K.

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Demonstração da TV 3D com resolução 4K (Foto: Reprodução / Gizmologia)

Além disso, o formato também começa a ocupar espaço na internet. O YouTube recentemente permitiu que alguns usuários selecionados enviassem vídeos em resolução 4K. Tudo bem, para nós, brasileiros, fica um pouco complicado enviar um filme de 70 minutos (ou 2.6 terabytes) para o YouTube, principalmente com a internet que temos por aqui. Mas em países onde a banda mínima de internet é de 100 Mbps, a proposta se torna víavel.
E pensando nesse futuro, alguns fabricantes e canais de TV começam a fazer os primeiros experimentos de transmissões nesse formato. Fabricantes como Sharp, IBM, Toshiba, Sony, Panasonic, entre outros, começam a fabricar câmeras, monitores e televisores com a resolução 4K ou QFHD (Quad Full High Definition, em 3840 x 2160p, mais utilizada em monitores). A Toshiba larga na frente na comercialização de TVs 4K, e anunciou na CES 2012 um modelo com 3D que dispensam o uso de óculos. A resolução tem sido um dos destaques da feira de Las Vegas, e está presente nos ultrabooks, tablets e TVs anunciados no evento.
A rede de TV japonesa NHK anunciou no final do ano passado que vai fazer os primeiros testes dessa nova tecnologia durante a transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres. Pelo fato de ainda não existirem televisores que suportem tal resolução, algumas salas de cinema japonesas, ou salões especialmente preparados para a projeção exibirão os eventos esportivos na nova tecnologia.
Outro ponto que contribui para o desenvolvimento desse novo padrão de transmissão de TV é que a Organização Internacional de Telecomunicações chegou a um acordo sobre os padrões técnicos de fabricação de produtos com 4K, o que pode fazer com que os produtos fabricados com esse padrão fiquem gradativamente mais baratos, o que vai ajudar na expansão dessas novas TVs no mercado nos próximos anos.
Mas… podemos melhorar isso, não é mesmo?

Resolução 8K (7680 x 4320p)

UHDTV (Ultra High Definition Television), ou como prefere o pessoal da NHK, SHV (Super Hi-Vision). O nome não importa. O que você precisa saber é que esse é o formato de imagem do futuro. Se você é bom de contas, já descobriu que a resolução 8K é simplesmente 16 vezes maior do que a Full HD da sala de sua casa.

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Sharp faz demonstração da primeira TV de 85" com tecnologia 8K (Foto: Divulgação)

A grande vantagem desse formato é que ele foi pensado, desde o começo, para ter como destino final os lares dos usuários. Canais de TV e fabricantes continuam pensando em telas gigantes, para aproveitar todo o potencial dessa resolução, mas com as lições aprendidas no desenvolvimento de câmeras, TVs e monitores em 4K, a evolução do 8K é mais rápida, com resultados mais consistentes.
Os japoneses são aqueles que estão mais próximos de lançarem um produto final com a resolução 8K. Em maio de 2011, a NHK realizou com sucesso a primeira transmissão de TV com a resolução Super Hi-Vision, e recentemente eles apresentaram em parceria com a Sharp um protótipo de TV de 85 polegadas com a resolução 8K.
Outra vantagem do formato é que os fabricantes poderão incluir nessas TVs um sistema de áudio de altíssima fidelidade sonora, acompanhando a alta qualidade do conteúdo exibido na tela. A má notícia é que não veremos essa tecnologia no mercado antes de 2020.
De qualquer forma, podemos dizer que você pode ficar tranquilo com sua nova TV Full HD com 3D. Apesar das novas soluções do futuro nesse mercado de HDTVs, ela ainda será o centro das atenções da sala de sua casa por mais alguns anos. E, enquanto o futuro não chega, vale a pena ir guardando algum dinheiro para as futuras aquisições.